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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O Facebook pode morrer, mas isso não precisa ser culpa do Google+



Fonte: Midiatismo
Crédito: Dennis Altermann 
Escreveu 566 posts no Midiatismo.

Editor/autor do Midiatismo e trabalha na Magoweb como analista de marketing digital. Estudante de publicidade e propaganda na Unisc, focado na publicidade em dispositivos móveis.


Nos últimos dias o assunto mais comentado com certeza foi a possível briga entre  Facebook e Google+, dentro dos vários textos espalhados por toda blogosfera, tweets relacionados e até podcasts sobre o assunto. Durante estes últimos dias passamos basicamente por estas três fases:
  • Google+ chegou, adeus Facebook;
  • Google+ é bom, mas será que vai bater Facebook?
  • Facebook fez parceria com Skype, será que Google+ vinga?
Mas agora, já chegando a uma quarta fase, vamos analisar com mais calma a situação e perceber o verdadeiro futuro destas redes sociais e quaisquer outros produtos/serviços que vamos ver por aí.
Para todo produto existe um ciclo, chamado de “Ciclo de vida do produto” .Isto se aplica a marcas, serviços e tudo que pode ser considerado – adivinhe só – um produto. Facebook, Twitter, LinkedIn e até o próprio Google+ são produtos e também passam pelo ciclo de vida natural.

Ciclo vida produto O Facebook pode morrer, mas isso não precisa ser culpa do Google+

  • Introdução: Quando o produto está sendo apresentado ao mercado, o Google+, por exemplo, que deve estar na metade da introdução ou perto do final dela;
  • Crescimento: Quando o produto está sendo aceito pelo mercado e tem um crescimento considerável, semelhante ao que aconteceu com o Twitter no ano de 2010, rápida ascensão;
  • Maturidade: Este é o estágio que eu considero que o Facebook está, ainda tendo um crescimento interessante, mas também tem reduções em alguns locais, ou seja, ele está perto do limite de usuários que pode atingir;
  • Declínio: Como nome já diz, é quando o produto está descendo a ladeira. Situação que hoje pode ser vista no MySpace, que talvez já esteja bem perto do final do declínio.

Já vimos isso antes:

Assim como citado a cima, o MySpace está em um declínio absurdo nos últimos anos. Por mais que o serviço se renove, dificilmente vai sobreviver, situação que podemos ver no Orkut, que se renovou várias vezes, implementou diversos recursos, mas não deu – ele realmente está diminuindo.

Ok. Quando o Facebook vai morrer?

Não há espaço de tempo delimitado para qualquer uma das fases durar, mas sabemos que na época em que vivemos e ainda mais dentro do universo ligado a tecnologia e inovação, este espaço é cada vez menor.
Mesmo que o Facebook ofereça vários novos recursos, transforme completamente o seu serviço e remodelo seu plano de negócios, ele vai, no máximo, aumentar o tempo entre as fases, mas jamais vai conseguir fugir delas.
Então podemos concluir que não é o Google+ que vai matar o Facebook, mas sim o tempo. Se o Facebook estiver em declínio (como realmente tem acontecido em alguns lugares), e o Google+ estiver em seu crescimento, pode ser sim que, então, um poderá substituir o outro.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quando é melhor Twitar?



A pesquisa é da Lemon.ly
(Clique para ampliar)


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Como as Marcas podem se utilizar do fenômeno chamado Redes Sociais?

Veja a matéria especial com Pedro Cabral, Chairman da Isobar Global e CEO da Isobar Brasil, e que já foi apontado como uma das cinco lideranças da nova geração no mercado publicitário. Cabral, especialista em internet, é também o responsável pela coluna Cabral Quer Descobrir no programa.

 

"Todos nós somos celebridade dentro de um determinado universo." 
( Pedro Cabral, Chairman da Isobar Global e CEO da Isobar Brasil )


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Rede Social, Chat = Casamento? Namoros virtuais não. Histórias de verdade.

Como rolam e acontecem os relacionamentos pela internet?

Nos ultimos 10 anos os sites de relacionamentos cresceram 500%.
85% das pessoas que usam a internet já conheceram pelo menos 1 pessoa interessante na vida real através das redes de relacionamento.

Olhem que bacana essa história...

Reclame - "Cabral quer Descobrir" com Zorba e Ulisses - Namoro real pela Internet



Neste episódio, Zorba e Ulisses, recebem a missão de Pedro Cabral, de descobrir como casais estão se relacionando através dos sites de relacionamento, se conhecendo e até casando. Acompanhe a experiência!

Fonte: Agência Click Isobar e Programa Reclame

terça-feira, 9 de agosto de 2011

CRIE SEU PRÓPRIO SITE SOCIAL

Ning é uma plataforma online que permite a criação de redes sociais individualizadas. Ning foi fundado em Outubro de 2005 por Marc Andreesen (criador do browser Netscape) e Gina Bianchini.

Cada usuário pode criar a sua própria rede social e aderir a redes de usuários que partilhem os mesmos interesses. Ao contrário de redes generalistas como o Hi5 ou Facebook, que condicionam a rede social à interacção pessoal, o Ning permite o compartilhamento de interesses específicos.
Atualmente muitas empresas tem utilizado como canal de comunicação com seus colaboradores e clientes.

Construa um destino social para criar uma comunidade.
Promova conversas, direcione ações e gere receita. Tudo em questão de cliques.



Abaixo alguns exemplos de Redes Sociais criadas com esta ferramenta:

PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS
UMA REDE DE RELACIONAMENTOS PARA CONVERSAR COM OUTROS EMPRESÁRIOS, PROCURAR PARCEIROS, CLIENTES E FORNECEDORES



INFO EXAME
A principal revista brasileira de tecnologia e internet 



 REDE ABRADI
Associação das Empresas Digitais





ESCOLA DE REDES - A Rede é a Escola
Uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving.



 BLOG NOIVA.COM - Gabrieli Chanas




 REBAL 21



HHMONLINE
Omaior HappyHour do mercado Online



Fonte: Google




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Como as empresas offline escolhem seus parceiros em mídia social? Cultura Web 2.0

Estou há dias em busca de um novo eletricista para instalar um ventilador de teto no apartamento. Quando mudei para cá, há 5 anos, recebi a recomendação de um ótimo profissional, ex-funcionário da EletroPaulo. Quando precisei novamente o moço tinha voltado para a empresa, me vali do eletricista que presta serviços para o condomínio e agora, depois de muitos furos dele, eu estou tentando uma nova indicação. Na prestação de serviços, especialmente se for “freelance”, não há muita garantia de fidelização, né? Muitas vezes, dependendo do perfil do profissional, nem garantia depois do serviço prestado, infelizmente.
Nos últimos dias eu fiquei comparando esta minha busca pelo eletricista com o que o mercado de marcas fortes deve fazer por profissionais em mídia social. Por estar no mercado eu não vejo que, para quem olha de fora, parece “terra de ninguém”. Já não é mais “terra de cego, onde quem tem um olho é rei”, como foi até meados de 2007, mas ainda é um mercado instável, sujeito a mudanças radicais instantâneas e, acima de tudo, inseguro para as marcas que já tem um posicionamento offline.
E aí, como elas se preservam e se cercam de segurança? No lugar delas, eu buscaria referências, como fiz para achar os eletricistas. Antigamente a alternativa seria procurar diretamente um profissional qualificado que já tivesse boas recomendações, mas isso é um risco quando o mercado é muito amplo ou quando se receia que as leis trabalhistas dêem margem à interpretações equivocadas num caso de recisão, né? Daí a alternativa, cada dia mais usual em todas as áreas, de buscar uma empresa de terceirização de mão de obra.
Até aí, tudo normal. A diferença é que no mercado de mídia social quem se contrata é, além de editor de mídia, um consumidor 2.0. Este cara pode ser alguém que não hesitará em ventilar tudo de ruim que possa lhe acontecer. E quando este consumidor 2.0  investido do poder de “mídia pessoal” que um blog concede  resolve testar o telhado de vidro dos outros, ele faz um estardalhaço.
Surte efeito? Claro que sim, mas como em todas as guerrilhas, todos saímos um pouco prejudicados. Nas situações em que vi, nos últimos 3 anos, blogueiros divulgando em seus blogs detalhes de acordos com agências, o mercado se fechou e a coisa ficou ruim para todos. Quem concordou, quem discordou, quem nem soube, enfim, todos saíram meio lesados em nome de uma limpeza e de uma tentativa de melhoria do mercado.
Minha impressão (e me corrijam se eu estiver equivocada, por favor) é que o que antes foi visto como molecagem, hoje é estratégia. E o contratante (a agência) se vê na saia justa de eventualmente recuar em suas posturas para não arriscar sua própria imagem como agente que “indica” e avaliza os profissionais, porque uma das partes (o contratante, agência, ou o contratado, blogueiro) esquece que há um compromisso tácito mútuo que originou o trabalho em questão.
Pessoas que eu respeito afirmam que as atitudes mais radicais, de “chutar o balde”, fará com que o mercado contratante aprenda na marra que precisam ser profissionais com os blogueiros, porque estavam acostumados probloggers inexperientes no mundo corporativo. Em sua defesa está a realidade de que com o pessoal mais maduro o profissionalismo aumenta e a cobrança também. Será que precisamos impor respeito com temor para ganharmos força?
Segundo o BlueBus, um estudo recente dá conta que só 25% das pessoas consideram seus amigos uma fonte confiável de informações sobre as empresas. O número caiu, em 2008 eram 45%, e especialistas (a pesquisa é da Edelman) afirmam que a mudança de postura “é um sinal dos tempos”, pois os consumidores precisam ver e ouvir a mesma mensagem em 5 lugares diferentes para acreditar nela. Como a credibilidade dos meios caiu (23 pontos para a TV e 20 para o rádio e os jornais), é hora do mercado começar a planejar de modo inovador sua estratégia. Acredito que aqui podem entrar os agentes de mídia social (que atuam em blogs, redes sociais e afins na web), mas, para uma parceria com este novo player as empresas precisam aceitar as novas regras do jogo – ou pelo menos, como defendem os novos jogadores, “entender que as suas marcas, produtos e serviços estão correndo em uma pista em que não existe mais nenhuma forma de controle (as mídias sociais)”.
Como me apresento como ativa em ações de marcas nas mídias sociais, eu vivo uma pressão social quando uso um produto ou serviço, com muita gente achando que mesmo o que eu compro por escolha pode ser na verdade um “presente” para merchandising. Não raro eu me constranjo e oculto o uso de certos ítens. Acho que tanto este meu constrangimento, quanto a exposição do limite de alguns blogueiros em suas reações narrando imbroglios de projetos  mostram que é tempo de renovar este mercado e reavaliar o formato do relacionamento de marcas e de mídia em tempos de “midia pessoal’.
;)
P.S. Se você se interessa pelo assunto, indico a leitura de Social Media: mudou o comportamento. Mas e o consumo de mídia, mudou?, artigo publicado pela diretora executiva do IBOPE Nielsen Online, Cris Rother, no jornal Propaganda & Marketing, em 08/02/2010.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Brasileiro inventa tênis que "tuíta" cada passo

O artista brasileiro Ricardo Nascimento com o colega Tiago Martins produziram um par de tênis que literalmente publica no microblog Twitter cada passo dado pelo usuário.
"Quem usa o serviço de microblog nota a quantidade gigante de informação inútil que é espalhada por lá. Este projeto tem a intenção de fazer a crítica sobre isto, publicando literalmente cada passo que você dá na vida real", explica o site do projeto.

Divulgação
 
 

Tênis "RamblerShoes", em que dupla de artistas instalou sensores para publicar passos no Twitter
O responsável explica que um sensor instalado sob a sola detecta quando o usuário está caminhando. A informação é enviada via bluetooth a um celular que faz as publicações no Twitter.
Quando o sensor detecta uma certa quantidade de pressão, é publicada a palavra "step" ("passo", em inglês). Em outros casos, é publicado um ponto final.
"Seguindo as postagens, é possível saber se o usuário está andando ou não, e ainda avaliar sua velocidade", completa a dupla de artistas.
O nome do projeto é "RamblerShoes" ("Calçados Passeadeiros", em tradução livre), e seus posts podem ser seguidos no perfil @ramblershoes.

Reprodução
 
 

Perfil @ramblershoes, em que são publicados posts com os passos realizados com tênis inventado por brasileiro
Fonte: Folha Online

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Redes sociais minam confiança em contatos

Wikimedia Commons
Redes sociais minam confiança em contatos
Twitter, Facebook e outras redes sociais podem ser responsáveis por queda na confiança na opinião de amigos
 
SÃO PAULO - O número de pessoas que enxergam seus amigos como fontes confiáveis de informação sobre uma empresa caiu de 45% para 25%, de acordo com um levantamento recente da consultoria de comunicação Edelman. Isso inclui comentários que aparecem em testemunhos de empresas e produtos, a exemplo dos usados em sites de comércio eletrônico.
A queda traz implicações consideradas "significativas" para os marqueteiros e as redes sociais, que se vendem como soluções de comunicação em um mundo complexo. A influência de amigos é um dos pontos mais considerados quando uma empresa decide investir em redes sociais.
Em alguns casos, as próprias redes sociais podem contribuir para a queda na confiança. Plataformas como Facebook e Twitter permitiram que as pessoas mantenham círculos maiores de contatos "casuais", o que pode diluir a credibilidade da rede de contatos. "Quanto mais contatos a pessoa tem, mais difícil é de acreditar nela", diz Richard Edelman, presidente e CEO da consultoria.
A pesquisa mostra ainda que quando uma "pessoa como você" serve de porta-voz de uma companhia, a taxa de confiança caiu novamente. O volume de pessoas que acredita nessas fontes decresceu de 39% para 45%.
De outro lado, CEOs que vêm a público em épocas de estresse e crise, como Ed Whitacre, executivo da GM, viram sua confiança aumentar. As pessoas que afirmaram que acreditam nestes executivos subiu de 17% para 26%.

 FONTE: INFO Plantão

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Duas palavras para se dar bem em Mídias Sociais

 Artigo feito por Chico Montenegro
 Não foi fácil escrever esse post, afinal existem milhões de “analistas de mídias sociais”  espalhados pela web ensinando como devemos nos comportar na hora de utilizar as redes sociais para falar com amigos, clientes, para ser legalzinho ou até mesmo vender aquela mega produto fantástico.
Bom, vamos iniciar um papo mais cabeça prestando atenção em uma frase dita por grandes marqueteiros e filósofos publicitários da web: Mídias Sociais não é a salvação da sua campanha de marketing digital, é um complemento essencial que não pode faltar! – Acho que por isso é essencial?!?!
Não se ilude com as diversas formas e listas de como fazer certinho nas mídias sociais, claro que existem ótimos textos com exemplos e dicas que valem muito a pena espalhados pela blogosfera, mas nem todos seguem a principal estrutura da mídia social, as grandes listas criadas com exemplos de como fazer correto aquela sua Ação de Marketing nas Redes Sociais nem sempre tem a principal dica de todas:

Comunicação Interpessoal
Antes vamos entender o que é essa comunicação: A comunicação interpessoal é um método de comunicação que promove a troca de informações entre duas ou mais pessoas.
Cada pessoa, que passamos a considerar como, interlocutor, troca informações baseadas em seu repertório cultural, sua formação educacional, vivências, emoções, toda a “bagagem” que traz consigo.
Isso veio através do Wikipedia, que não deixa de ser uma grande Rede Social que trabalha a comunicação interpessoal com bastante louvor.
Então fica a dica simples e objetiva com apenas duas palavras para se dar bem nas Redes Sociais:  

Comunicação Interpessoal
Para finalizar esse post vou destacar uma frase que li no blog do Sr. Cardoso do Contratidoruim: Não adianta investir em redes sociais se você trata seu consumidor como estatística de call center.

Fonte: http://midiaboom.com.br

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cérebro só consegue administrar 150 amigos em redes sociais, diz estudo


Segundo cientistas, sites de relacionamento não expandiram número de amigos que cérebro humano é capaz de administrar.

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, esse número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de "Número de Dunbar", que estabelece que o tamanho do neocortex humano - a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem - limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades - de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de "amigo" é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano.
Ao se questionar se o "efeito Facebook" teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não.

"É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real", afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal "The Times".

"As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros."

  Só conversando
Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente. "Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato", explicou.

Fonte: Site G1

Rede social movida a críticas aposta no anonimato para fazer sucesso



Failin.gs permite comentários anônimos sobre os amigos.
Perfil pode ser divulgado por Twitter ou Facebook.

Interessados em participar da rede podem se cadastrar no site. (Foto: Reprodução)

Uma nova rede social se apresenta como um meio de saber o que seus amigos realmente pensam sobre você. No site Failin.gs, é possível postar comentários anônimos sobre outros usuários, deixando o "espírito de porco" à solta.

A palavra "failing" pode ser traduzida como defeito, fraqueza, fracasso, falha. A ideia do Failin.gs é justamente abrir espaço para que as pessoas se critiquem sem piedade.

Depois de criado o perfil no site, o usuário pode enviá-lo pelo Twitter ou Facebook, divulgando-o em sua rede de contatos. Os amigos podem escrever opiniões sobre diversos temas relacionados à pessoa e concordar ou discordar com os comentários já postados. O dono do perfil também pode classificá-los em "Eu já sabia disso", "Não tinha ideia" ou "Discordo totalmente".


Foto: Reprodução

Usuários podem classificar comentários no Failin.gs (Foto: Reprodução)

Antes de postar comentários sobre conhecidos no site, o usuário precisa responder algumas perguntas, para provar que realmente conhece a pessoa do perfil.

Interessados em fazer parte da rede social, ainda em versão beta, podem se inscrever no site deixando seu e-mail. Também é possível saber novidades sobre o Failin.gs pelo Twitter.

FONTE: Site G1

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cresce procura por MSN “alternativo”



Em 2009, mais brasileiros optaram pelas alternativas online ao MSN para conversar com os amigos na internet. Os acessos ao sites eBuddy.com, Meebo, Iminent e Imo.im – que costumam ser opções para entrar no MSN quando o programa é bloqueado no trabalho ou quando nem está instalado no computador – cresceram drasticamente no ano passado de acordo com números da Comscore divulgados hoje.
O eBuddy passou de 419 mil usuários em dezembro de 2008 para 1,8 milhão, no último mês de 2009. Um aumento de 330%. O Meebo e o Yahoo Messenger cresceram 103%, chegando a 840 mil e 495 mil usuários respectivamente. O Imo.im é outro que tem ganhado usuários do País. Foi de 27 mil para 95 mil em um ano, crescendo 248%.
Mas o site que mais ganhou usuários proporcionalmente em 2009 foi o Iminent, que passou de 51 mil para 686 mil. Em segundo lugar veio o Skype, com 1.166% de crescimento, que foi usuado por 352 mil internanutas brasileiros em dezembro de 2009, contra 28 mil, no ano anterior.
O número de internautas que usaram o Windows Live Messenger (o nome oficial do MSN) cresceu pouco (2%), mas o programa da Microsoft continua disparado na liderança, com 21,5 milhões de usuários em dezembro.
Já o aplicativo do Gtalk, que também é acessado nos sites do Google, como o Gmail e o Orkut, perdeu 5% de usuários brasileiros, chegando a 162 mil internautas.

E-MAIL

A Comscore também divulgou os dados de acesso aos webmails no Brasil. O Hotmail continua sendo o líder absoluto, sendo acessado por 20,1 milhões de internautas no mês passado. Um aumento de 18% em um ano. O Gmail também cresceu bastante (51%) e é o segundo webmail mais usado do País, atingindo 8,39 milhões de usuários. O Yahoo, que perdeu o posto para o Gmail, ficou com 7,12 milhões de usuários e crescimento de 20%.
De acordo com a pesquisa, 81% dos usuários do Gmail também usam o Hotmail. Do lado contrário, 34% dos internautas que entraram no Hotmail também usaram o Gmail. Uma hipótese é que os usuários que começaram a usar o Gmail não abandonaram suas contas no e-mail da Microsoft.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/cresce-procura-por-msn-alternativo/

Bonner, Claúdia Leitte e Ivete Sangalo entre os mais cotados para o "Oscar" do Twitter


O jornalista William Bonner é o líder da categoria jornalística do prêmio Shorty Awards, que premia os melhores conteúdos feitos por usuários do Twitter.

Bonner registrou mais de 610 votos, o número é mais que o dobro da segunda colocada, Rachel Maddow, da rede de TV norte-americana MSNBC, que conseguiu quase 300.

Outra brasileira pode levar o prêmio. A cantora Ivete Sangalo recebeu 1649 votos na categoria celebridades e lidera a lista. Logo atrás, vem a cantora Cláudia Leitte com 686 votos.

Na categoria esportes o São Paulo Futebol Clube aparece em  3° lugar com 1241 votos. Já o Flamengo ocupa o 6° lugar com 258 votos. A Lei Seca do Rio de Janeiro também esta no "Oscar" do Twiiter em 1° lugar na categoria notícias.

Há diversas categorias, entre elas: propaganda, aplicativos, arte, marcas, celebridades, instituição cultura, serviços ao consumidor, design, entretenimento, finanças, alimentação, governo, saúde, humor, inovação, jornalismo, literatura, música, notícias, sem fins lucrativos, política, ciência, esportes, tecnologia, viagens e esquisitos.

O resultado da votação vai combinar o julgamento da Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences, que organiza o evento, com a votação popular. A Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences é formada por diversas personalidades, geralmente adeptas do Twitter --vão desde a atriz Alyssa Milano, passando pelos fundadores do site de classificados Craigslist e pelo executivo-chefe do Creative Commons, até um colunista do jornal "The New York Times".

A votação começou nesta segunda-feira (1) e vai até o dia 11 de fevereiro em Nova York. Os ganhadores serão convidados pelo evento para recebê-lo pessoalmente nos Estados Unidos.

Para acessar a votação, clique aqui.

Informações Folha Online
Redação Adnews

Facebook recebe 175 milhões de usuários por dia


A chefe do Escritório Operacional do Facebook, Sheryl Sandberg, revelou no Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos, que a rede social fechou 2009 com 350 milhões de usuários. Segundo ela, 175 milhões pessoas acessam diariamente o site de relacionamentos.

Sandberg também afirmou que o Facebook continuará, pelo menos por ora, a manter em cinco mil o número máximo de amigos de cada usuário, mas há planos de acabar com o limite. "Não vou dar uma data específica, mas vou reforçar a mensagem de que vai acontecer", disse ela ao site Techcrunch.

Outro assunto abordado por Sandberg foi a censura na China. "Todo mundo sabe que é uma questão difícil. A China é um grande mercado, um mercado em crescimento e há muita gente que vive lá.
Eu penso que quando se vai para a China há de se pensar em como lidar com o governo, que é muito claro", declarou ela.

MAIS:


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  • Informações GigaBlog
    Redação Adnews

    quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

    Comércio eletrônico + redes sociais = comércio social

    Enquanto muita gente não se preocupa com o conceito das coisas, muitos "sobrinhos" desenvolvedores estão no mercado de trabalho competindo com pequenas e médias agências digitais. Você precisa ter algo a mais do que eles. E é fácil, veja:
    Com a ajuda da Wikipédia podemos dizer que:
    Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes.
    O que acontece hoje por parte dos sobrinhos é uma oferta ao cliente de todas as formas disponíveis e gratuitas de redes sociais, independente se a empresa possui o perfil ou se faz uso adequado realmente da ferramenta.
    Sim, é verdade que as decisões de compra em tempos de internet são influenciadas não só pelas redes primárias das pessoas (família, amigos, formadores de opinião) como também pelos blogs, sites de comunidade (redes sociais) páginas pessoais e afins.
    Mas antes de colocar a cara à tapa as empresas devem desenvolver junto às agências digitais um planejamento estratégico e definir o foco de sua participação nas redes sociais. Existem diversas oportunidades de negócio na web e diversas formas de interação com o usuário, basta analisar qual a melhor opção de interagir com seu cliente.
    Tá, mas e aí, o que é o tal de comércio social?
    Comércio social é a união de ferramentas de loja virtual (vendas de produtos online) com ferramentas de interação vindas da chamada web 2.0 (blog, fóruns, Twitter, Orkut, Facebook etc.). Existem brasileiros utilizando esse conceito, que na minha opinião é um ótimo modelo de negócio para as empresas e clientes. Talvez o exemplo mais popular da web seja o Camiseteria. O conteúdo é fornecido, escolhido e comprado pelos usuários participantes da comunidade. Vale a pena conferir o case.
    Outro ponto importante no comércio social é que os usuários tornam-se mais seguros para realizar a compra. Muitas pessoas desejam algum contato humano antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter uma forma de interação neste sentido é fundamental para aumentar as vendas.
    Um ponto importante visto através de pesquisas da Nielsen é que o tempo de navegação por pessoa em ambiente residencial no Brasil é mais alto que em outros países por causa do intenso uso de sites sociais.

    Dados do mercado

    • Média de navegação por usuário em mídia social 4h/mês (Comscore)
    • 17% dos internautas criam blogs ou sites (Cetic.Br)
    • 51% dos internautas residenciais lêem blogs (Ibope/NetRatings)
    • 35 milhões de perfis no Twitter (Março de 2009, este número já deve ter aumentado em grande escala, estimativa de 100 milhões de usuários até o final do ano. Info)
    • 74% dos internautas do Brasil assistem vídeos online (Cetic.Br)
    • O Twitter já permite que aplicativos de terceiros, como Seesmic e BirdFeed, ofereçam recursos de geolocalização aos usuários.(Info)
    As agências digitais estão tendo que se preparar melhor e poder vender este novo conceito para seus clientes. Para enfrentar o amadorismo elas precisam avançar mais nestes novos conceitos, fornecer um planejamento estratégico e assim criar um plano de comunicação focado no usuário.
    A idéia não é vender a qualquer custo, mas criar um relacionamento mais próximo com o usuário, de modo a conhecer mais suas preferências e sua cultura e fornecer então o produto certo na hora certa.
    Em função disso, amadurece outra tendência, chamada de CSM (Comércio Social Móvel/Mobile), também baseada em conhecer bem o cliente e acima de tudo estar presente a hora certa e no lugar certo.
    Para isso o recado para as empresas é focar mais no cliente, conhecer mais o usuário, personalizar mais o produto e o atendimento e consequentemente vender mais os produtos e ter uma boa imagem.

    Fonte: Imasters

    Por: Raphael Monteiro: cursa MBA de Gerenciamento de Projetos na FGV, é graduado em Comunicação Social com habilitação em Marketing pela faculdade ESAMC. Atua como Designer de interfaces há cinco anos, já passou por quatro agências da Região de Santos (SP) e atua desde 2004 em sua própria agência, Q.Design. Foi vencedor do concurso de criação da Agência DSPA em 2005 e já emplacou um website no CSS Mania em 2008. Atua principalmente nos seguintes temas: Arquitetura de Informação, Usabilidade, Acessibilidade, Padrões web, User Experience, Design de Interação, Web Design, Internet, Design Centrado no Usuário e Interação Humano-computador.


    segunda-feira, 26 de outubro de 2009

    As boas armas das Mídias Sociais

    creativity 300x225 As boas armas das mídias sociais
    Você já visitou sites que agregam produções sobre um determinado tema e fez algum download lá? Provavelmente sim. Sites de tutoriais de Photoshop, de download de ícones e vetores estão sempre em alta nas recomendações do Twitter e são sempre muito visitados no mundo todo.

    Esse tipo de site vive de fazer referência às pessoas que produziram aqueles conteúdos que adoramos baixar. Em parte, isso é fruto de pessoas que identificaram uma deficiência no Google (ou qualquer outro site de buscas) , que demora para indexar esse conteúdo e promover o que é disponibilizado recentemente e perceberam que as pessoas não querem ter que buscar e preferem o conteúdo agregado em um só lugar.
    Como resultado disso, sites como o Smashing Magazine recebem milhares de visitas por dia e as pessoas que realmente produziram o que está lá, não. Isso mesmo. Quem apenas copia e cola ganha e quem fez o trabalho sujo, não. Estou dando um exemplo que pode servir também para os textos que você escreve. Soa familiar?
    A boa notícia é que isto está mudando e alguns sites já perceberam isso. No próprio Smashing já podemos ver um número crescente de convidados escrevendo tutoriais no site. Esse tipo de mudança nos sites de links está ocorrendo e outras características devem surgir para mudar a cara das comunidades online:

    • Inteligência – Demonstra a habilidade de agregar valor a uma comunidade. Tais pessoas podem produzir conteúdo e aplicativos que atraem as pessoas que gostam de estar sempre em dia com as novidades, os early adopters.
    • “Insight” – A habilidade de analisar a fundo o imenso fluxo de informações e desenvolver novas ideias. Pessoas assim geralmente atraem muitos e leais seguidores.
    • Humor – Quem não gosta de uma pitada de humor? É claro que tudo em excesso pode ser prejudicial, portanto, o bom senso também ajuda.
    • Conhecimento – No mundo das mídias sociais, 90% dos comentários aparentam ser apenas fruto de especulação e observação. O verdadeiro conhecimento nesta área ainda é muito restrito (e raro) justamente por seu uma ciência muito nova. Se quer ganhar autoridade, mostre experiência e o que aprendeu.
    • Previsão – Alguém que tenha um bom insight, inteligência e conhecimento, pode tentar fazer algumas previsões para o futuro em sua área. Engadget, Technorati e outros são sites muito visitados, mas se você prestart bem atenção, alguns autores linkados lá podem ter apenas alguma ou nenhuma experiência a mais do que você tem. O ato de alguém ler esses artigos, por sis ó, já é uma recompensa e contém seu valor intrínseco.
    • Concisão – Hoje tem tanta coisa escrita por aí que as pessoas nem têm mais paciência de ler. São tantos sites que a contagem parou em “é site pra caramba”. Por isso, se você puder passar sua mensagem em uma única frase ao invés de um parágrafo inteiro, faça. O Twitter não me deixa mentir.
    • Criatividade – Boas ideias têm que vir de algum lugar. Ao contrário do que muita gente pensa, elas não surgem sem um contexto. A criatividade requer, além de treinamento, o conhecimento do assunto. Santos Dumont teve a ideia do 14 Bis depois de muita pesquisa sobre o que ele queria fazer. O novo surge de uma síntese de disciplinas que os sites estilo “eu também” não querem admitir que existe por estarem preocupados demais com tráfego e modelos de monetização.
    Portanto, se você conseguir agregar essas características à sua produção, a chance de fazer sucesso com ela é muito grande. É claro que você pode identificar algo que falta nesta lista ou até mesmo o que está sobrando nela. Então não se acanhe de deixe seu comentário.

    Como mudar com as mídias sociais

    Adotar mídias sociais como estratégia de campanha é uma questão muito mais cultural do que operacional.

    Ao contrário do que muita gente pensa, a dificuldade em utilizar esta ferramenta não está em como aplicar. Não é puramente pensar em métricas ou determinar o retorno do investimento. Isso tudo é tangível e pode ser resolvido facilmente.

    O grande problema mora no fato de que para começar a pensar em mídias sociais como estratégia de campanha, as empresas precisam repensar a maneira como conduzem seus negócios. Justamente porque adotar mídias sociais significa, necessariamente – e esta é a fonte de seu poder – dar aos clientes uma visível e valorosa amostra de como a empresa trabalha e ainda mostrar que acredita que isso tudo dará certo. É um risco? Talvez.

    Ainda fico espantado com a quantidade de empresas que temem a ideia de ter um negócio centralizado no cliente. Só conseguem ver que suas contas estão sendo pagas em dia e se esquecem do real motivo que os fez entrar no mercado.

    Assim como em todos os processos de mudanças, passar a apostar nas mídias sociais envolve muita coisa (até mesmo questões de cunho estratégico) que deve ser levada em conta. Para muitas empresas, o receio de “socializar” não está somente no risco de cometer uma falha desastrosa, mas também no medo de perder a credibilidade com os clientes (lembram do caso da BestShop?). Em contrapartida, há inúmeros casos muito bem sucedidos que envolvem o consumidor de uma maneira muito valiosa para as marcas, como a LG (através da Sinc) e o concurso que brinca com a famosa frase do TwitterO que você está fazendo?” e estimula os participantes a dizer o que estão perdendo sem a TV Time Machine Digital.

    A cultura do “manter tudo sob controle” literalmente ferrou muitos negócios ao logo dos tempos. É mais ou menos assim: A fixação por tomar as rédeas de tudo tirou a possibilidade de qualquer um, a qualquer tempo, fazer algo errado. Se as coisas não deram certo, é muito mais fácil dizer – ainda que não seja verdade – que “estávamos apenas seguindo o protocolo para o que quer que seja”. Se não funciona logo de cara, simplesmente estavam seguindo as regras de sempre, ou seja, foi uma falha no processo e não um erro de julgamento. Em outras palavras, não foi culpa deles. Controle?

    A adoção de mídias sociais passa pelo “controle” de várias maneiras. Controle da mensagem. Controle sobre as opiniões das pessoas e como elas as espalham. Controle sobre cada detalhe do desdobramento da campanha. Controle (ao menos aparente) dos resultados. As opiniões dos clientes – a alma de uma campanha baseada nestes moldes – não pode ser comprada ou prevista. Nunca pode. Você as ganha. E o simples ato de ganhar não apenas a atenção, mas também a afinidade dessas pessoas implica em arriscar fazer algo diferente para conseguir algo que realmente agregue valor.

    Tudo isso pode não ser simultâneo. Isso põe em xeque vários anos de “melhores práticas” (termo exaustivamente usado nas empresas). As mídias sociais estão colocando de volta no centro das atenções quem realmente importa. Isso significa que é um esforço corporativo que requer muito diálogo interno e vontade de absorver aquilo que se adquire com estas práticas e superar a tendência de permanecer na zona de conforto. Mudança. Pensar “fora da caixa”.

    Eu poderia apresentar aqui várias maneiras de como sua empresa pode entrar neste mundo. Mostrar estratégias interessantíssimas de impulsionar a sua participação no mercado com táticas, métricas e tudo o mais. Se quiser, ainda posso te mostrar várias outras pessoas que podem fazer isso tão bem (ou até melhor) quanto eu. Mas tudo isso pode não valer de nada se a sua empresa não tiver a força de vontade de aceitar a responsabilidade de agir priorizando o cliente e valorizar e confiar nas pessoas que ficarão a cargo destas mudanças. Se você pensa que seus colaboradores não têm capacidade de abraçar esta mudança, o problema está na liderança ou nos recursos humanos e não no processo. Qualquer negócio, por mais básico e tradicional que possa parecer, pode se adaptar à nova realidade da comunicação e ganhar um diferencial muito importante.

    Enquanto a mentalidade das empresas não mudar e remover as barreiras que separam uma melhor interação entre os clientes e o negócio, adotar mídias sociais como estratégia de comunicação não vai passar de algo superficial e sem credibilidade. Ou seja, um fracasso total.

    A cultura faz a diferença. E mudá-la não é tarefa fácil. Isso é a base do sucesso de muitos negócios e muitas empresas já perceberam isso. Resta saber quando a sua empresa terá a coragem de encarar as mudanças necessárias e passar a ganhar com isso.

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    E o Twitter enterrou um carro

    1250798893779 35 300x184 E o Twitter enterrou um carro

    As mídias socias não estão em evidência sem motivo. Ao mesmo tempo em que podem ressucitar uma empresa, podem também acabar com negócios inteiros e mais recentemente, cancelar o lançamento de um carro.

    Em um processo de reestruturação sem precedentes, a General Motors sabiamente ouviu seus consumidores e escapou de fazer um lançamento desastroso nos Estados Unidos cancelando o projeto de um novo carro da Buick (marca subsidiária) depois severas críticas no Twitter. Depois que a GM fez a exibição do carro (a foto é a única que foi publicada e mostra apenas um detalhe) no dia 6 de agosto, o bombardeio começou. O carro é uma adaptação de um modelo da Saturn (também da GM).

    A reclamação maior é a de que o carro não tinha nada a ver com a marca Buick, conhecida por ser bastante luxuosa. E diante de tanto alarde, decidiram não levar o projeto à frente. No blog da GM, o vice-presidente Tom Stephens disse:

    Percebemos o impacto e a consistência das críticas ao modelo e o que decidimos dar em resposta é um bom exemplo da essência da Nova GM… agindo rapidamente, de forma vigorosa e ouvindo todos aqueles que tinham uma opinião a dar (mais aqui. Em inglês).

    Apesar de tantas perdas nas finanças que quase levaram a GM à falência, é bom ver que os executivos da empresa aprenderam a utilizar as ferramentas de comunicação em mídias sociais. Eles perceberam o poder da opinião dos consumidores e que é bom levá-las em conta antes de tomar decisões que podem por a perder todo o processo de recuperação.

    fonte: 30"

    Como deve ser o especialista em mídias sociais?

    salesman main full 241x300 Como deve ser o especialista em mídias sociais

    Hoje há um sem fim de pessoas que se dizem especialistas em redes sociais e não é raro desconfiarmos dessas pessoas. Por outro lado, muita gente ainda pensa que o trabalho com mídias sociais é apenas a transição da mídia tradicional (rádio, TV e afins) para a Internet. A transição acontece, mas não é uma simples questão de se copiar o conteúdo offline e publicá-lo online.

    A Internet é uma mídia de mão dupla (na verdade, múltiplas mãos) e dominar esse poder requer conhecimento nessas mídias e de como trabalhar com elas. Aí é que entra a experiência em redes sociais e na arte de anunciar através desses meios. Há demanda para esse tipo de profissional e e alguns realmente se sobressaem. Entretanto, ainda estamos no início desse fenômeno de transição e muitos desses “especialistas” têm apenas um ou dois meses a mais de contato com isso tudo do que qualquer outra pessoa.

    A lista que eu apresentarei abaixo mostra exatamente o que um profissional nesta área deve apresentar. Tudo o que eu apresento aqui está disponível gratuitamente na Internet mas os detalhes específicos para cada caso e a forma correta de utilizar as várias nuances das ferramentas é que vão fazer valer o trabalho desses profissionais.

    • Conhecer as ferramentas disponíveis para mídias sociais

    O mundo online vai muito além de Twitter, Facebook, Orkut e YouTube. Outras plataformas existem e podem oferecer vantagens e atingir clientes com grande eficiência. É claro que não se pode esperar que mesmo o especialista conheça todas as plataforma s existentes – até porque há aquelas que não têm relevância e são duvidosas em termos de segurança e credibilidade – mas ele deve ser capaz de avaliar um determinado site de acordo com o potencial de ganho para o cliente. Alguns especialistas podem indicar apenas sites com o maior tráfego ou a maior atenção. Isso deixa claro que eles são marketeiros e não otimizadores em mídias sociais.

    • Saber como usar essas ferramentas eficientemente

    Quantas pessoas você já viu no Twitter oferecendo seus serviços nesse campo e mostrando seus ebooks onde usam a mesma solução para todos os problemas encontrados? Há muita gente que acha que a mesma solução vale para tudo. No meio online, o pragmatismo ainda deve existir. Nem sempre, o que funciona para um, funciona para todos. Cada site tem um tipo diferente de visitante, tipo de interações, cultura e regras de comportamento. Desconhecer essas peculiaridades vai, no mínimo, fazer com que se deixe de aproveitar características únicas de cada plataforma. Na Internet você está envolvido em várias coisas, não em uma grande que deriva em várias menores. Resumindo, não existe uma solução de tamanho único.

    • Saber avaliar se um site tem valor de marketing

    Algumas plataformas e sites dão mais retorno que outros. Esse efeito pode ser multiplicado de acordo com o uso de interação social que é utilizado. Para ter valor, essas características devem ser utilizadas por uma boa parcela dos usuários. Simplesmente disponibilizar determinadas ferramentas não quer dizer que elas serão (bem) usadas. Se isto não está acontecendo, é papel do especialista em mídias sociais desenvolver este uso. É o caso das redes sociais internas, que precisam de um grande esforço por parte desses profissionais para que se consiga o engajamento.

    Vários “especialistas” dizem que farão você ganhar 10 mil novos seguidores por dia no Twitter. Mas um bom analista vai te dizer que tipo de pessoa é melhor para o negócio, vai saber usar a estatística para ilustrar melhor seus argumentos, vai estudar SNA (Social Network Analisys – Análise de redes sociais) e dizer que ter poucos seguidores com sub-redes fortes é melhor do que ter milhares de seguidores que são capazes de multiplicar o alcance das suas mensagens e vai saber medir o retorno do seu investimento.

    • Conhecer métodos para maximizar os esforços

    Algumas estratégias podem cruzar várias redes por ser genéricas e com poucas restrições. O estrategista deve saber quais são e como utilizá-las. Da mesma forma, deve saber por que outros métodos não funcionarão. Usar o Ping.fm, por exemplo, permite jogar conteúdo em cerca de 50 redes. Dizer que mandou para todas elas pode não significar muita coisa, já que muitas delas podem não ser as mais adequadas ao seu negócio.

    • Conhecer as diferentes “culturas” na Internet

    Anunciar no Twitter é perigoso pois a maioria das pessoas realmente ativas abomina ações muito explícitas. No Orkut, você tem que nivelar a comunicação por baixo dependendo da comunidade e o tipo de pessoa para quem você anuncia. O especialista tem que entender esses detalhes a fundo e saber como agir em cada esfera.

    • Saber que objetivos muito dispersos = mais trabalho

    Abrir muito o leque de possíveis objetivos pode ser vantajoso, mas também representa muito mais trabalho para o especialista. Para quem contrata, significa maior custo. Por causa disso, o analista deve saber determinar qual o melhor custo-benefício para o cliente.

    • Ter conhecimento técnico

    O analista completo deve ter bom gosto graficamente falando (saber desenhar é uma vantagem), conhecer publicidade e saber codificar (HTML, PHP, etc.). Além disso, ele precisa saber localizar e usar talentos nas áreas que ele não domina.

    Ao fim das contas, trabalhar com otimização em mídias sociais é um serviço como qualquer outro. As pessoas que fazem um bom trabalho nesse sentido o fazem para poupar tempo e dinheiro do cliente que pensa que pode fazer isso tudo por conta própria. Mas é preciso ter cuidado. O mercado está cheio de gente que se diz profissional da área, mas tudo o que faz é enrolar o cliente com soluções baseadas em atalhos duvidosos, pouca ou nenhuma técnica e promessas inatingíveis.

    Você já viu alguém assim? Teve alguma experiência boa ou ruim? Compartilhe! Contrate um expert em mídias sociais. Abrace a experiência na Internet e explore a imensa gama de oportunidades que um trabalho como este pode te proporcionar. Este fenômeno veio para ficar.

    fonte: 30"

    quinta-feira, 22 de outubro de 2009

    Ferramentas essenciais para usar com o Twitter

    O Twitter tem ganhado espaço no Brasil e nas conversas nas mídias e redes sociais. Mas para usar o Twitter com eficiência, principalmente se você pretende um uso profissional, empresarial ou para marketing digital em sua empresa, é preciso conhecer ferramentas que o complementam e ajudam a usar melhor esta ferramenta de comunicação on-line que invadiu a Internet.

    O Twitter, como muitos sites de mídias sociais, permite agregar aplicações de terceiros, através da API do Twitter. Assim, outras empresas podem desenvolver software para o Twitter e criar aplicações adicionais para a ferramenta. Muitas empresas ao redor do mundo têm criado ferramentas úteis, que você pode utilizar para seu uso pessoal, empresarial, corporativo, ou até para o gerenciamento de marca e publicidade de algum cliente. Seja você uma empresa, um advogado, um médico, um engenheiro, um empresário, um músico, ou até mesmo um diretor ou gerente de marketing ou marca, você vai achar as 7 ferramentas que separei para você.

    1. Para usar: Embora você possa usar o seu navegador para acessar o Twitter, existem duas ferramentas com tecnologia Adobe Air que servem para fazer isso diretamente do seu computador: o Twhirl e o TweetDeck. Para quem usa o Firefox, há um plugin chamado Twitbin. São gratuitos e você baixa e instala no seu computador, e pode usar o Twitter de uma forma mais eficiente, visualizando ao mesmo tempo os tuits que você segue, as pessoas que te respondem, ver perfis e mensagens diretas, sem ter que mudar de página, como no navegador.
    2. Para pesquisar: Use o Tweetscan, Twitdir ou o Twitter Search para pesquisar e saber o que estão falando de você, da sua marca, ou de um tópico de seu interesse. Por exemplo, posso pesquisar o que estão falando do meu livro no Twitter digitando "Biblia do Marketing Digital".
    3. Para seguir conversas: O Friendfeed permite concentrar todo o conteúdo disponível em RSS em uma única página. A aplicação também permite que se responda diretamente, sem a necessidade de navegar pelo Twitter.
    4. Para criar discussões e promoções: Também chamados de hashtags, o uso do símbolo # antes da palavra permite acompanhar um tema que você ou outro usuário criou. Seu uso permite uma série de aplicações complementares ao Twitter.
    5. Para usar o Twitter localmente: Se você está interessado em uma região específica, por exemplo o local onde mora, o Twitterlocal filtra os tuits baseado no perfil do usuário e seu local de origem. Para negócios localizados, como lojas e restaurantes, é a aplicação ideal.
    6. Para seguir o Twitter com alertas: Muitas vezes conversas que começam no Twitter acabam indo para os blogs e outras redes sociais. Para acompanhar isso você pode usar o Google Alerts com o seu Twitter, como @publicidadeweb ou publicidadeweb. Assim, o Google irá enviar para seu e-mail atualizações periódicas sobre as referências a seus tuits na rede.
    7. Para integrar o Twitter com outras mídias: Existem duas ferramentas importantes para integrar o Twitter com outras mídias. O TwitPic é uma ferramenta que permite que você tuite fotos. Seus seguidores vêem a descrição e o link para a foto. Já o Tinyurl é uma ferramenta que permite transformar URLs grandes em pequenos links, que aparecem no Twitter, economizando os escassos 140 caracteres.

    Estas aplicações são apenas algumas que eu recomendo. Estou escrevendo um outro artigo com mais de 60 aplicações para o Twitter. No final, estas aplicações todas servem para aumentar a eficiência do uso do Twitter, para você ou para seu negócio.

    Fonte: imasters

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