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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A primeira Outlet da TI


Grupo de Porto Alegre desmistifica a tecnologia da informação, com iniciativa que une real e virtual com palestras e consultorias gratuitas


Outlet é sinônimo de estar mais perto da empresa e conseguir ofertas imperdíveis. A receita que conquista consumidores no mundo todo chega pela primeira vez ao segmento de tecnologia da informação com um grupo de Porto Alegre. A Cybersul vai promover, de 1º a 6 de outubro, o 1º Outlet da TI. A iniciativa pioneira tem o objetivo de aproximar o grupo de seus quase 2 mil clientes em todo Brasil. A ideia é compartilhar conhecimento, por meio de ações gratuitas, como palestras, consultorias on-line, além de conceder descontos e bônus para os produtos e serviços da Cybersul. “Como o grupo atua em todo País, o objetivo do Outlet é estreitar relacionamento com os clientes, seja aqui na sede, por consultoria via chat ou compartilhando palestras de interesse de pequenas e médias empresas, que podem ser assistidas simultaneamente no Rio Grande do Sul ou em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, via internet”, informa Michael Waller, diretor do Grupo Cybersul.

 





Ao criar o Outlet, a Cybersul quis ir além da divulgação de produtos e serviços. A ideia é levar informação ao público de pequenas e médias empresas e assim fornecer conteúdo que pode fazer a diferença na gestão de seus clientes. A programação inclui palestras gratuitas sobre temas como marketing, administração, tributos e economia, com profissionais especializados em cada área. Os eventos são abertos ao público, com inscrição antecipada e vagas limitadas.

Com mais de 70% dos clientes localizados em outros Estados, a iniciativa é também uma forma de se aproximar das empresas e mostrar a diversidade de serviços oferecidos pelo Grupo. O carro-chefe da Cybersul é um software de gestão, o S3, que atrai pequenas e médias empresas por ser amplamente customizável pelo próprio cliente e pelo preço competitivo. Outra componente do grupo, a Mumbai, trabalha com desenvolvimento de sites e de lojas virtuais para os clientes. Já a Mídia Pontocom é o braço de marketing digital da Cybersul, com divulgações para mailings especializados. A ideia do Outlet da TI é também mostrar essa multiplicidade aos clientes, com uma consultoria on-line gratuita e com descontos e bônus especiais.

Sinuca - A programação também inclui um momento festivo e de integração: a final do 4º Campeonato de Sinuca do Grupo Cybersul, que já mobilizou centenas de pessoas nas redes sociais. O evento interno do grupo será transmitido ao vivo pela internet no sábado, 6 de outubro, a partir das 13h. Quem é de fora também pode entrar para o time ao concorrer a uma camiseta especialmente desenvolvida para o campeonato em um sorteio promovido no Facebook. “A ideia do Outlet e do próprio Campeonato de Sinuca é motivar a equipe da Cybersul e integrar clientes e não clientes, para desmistificar o tema e mostrar que TI não é um bicho de sete-cabeças”, revela o diretor Michael Waller.

Outlet da TI
Grupo Cybersul

Informações, inscrições, consultoria on line e o link para assistir as palestras estão disponíveis no site www.oultetdati.com.br e pelo telefone (51) 3025-3650.
Endereço das atividades presenciais: Rua Luzitana, 273 - Térreo


Palestras


1º de outubro, 16h


"Como vender mais usando a Internet" e "Automatizando equipes de venda"


Palestrante: Leandro Oliveira, Admnistrador com MBA em Marketing, Gerente de Vendas do Grupo Cybersul.


 

2 de outubro, 16h


“Segurança da Informação”


Palestrante: Jaime Zell de Sousa, engenheiro e pós-graduado em gestão empresarial com foco no processo.

 

2 de outubro, 17h


"Assessoria econômica e financeira para micro e pequenas empresas"


Palestrante: Juliano Bacelo, Advogado, Diretor Jurídico do Núcleo Empresarial do Grupo Villela.

 

3 de outubro, 17h


"Gestão da mudança e lideranças"


Palestrante: Luciana Winck, psicóloga, com MBA em Gestão de Pessoas e certificação em Coaching

 

4 de outubro, 17h


"Diagnóstico e Gestão de Pessoas na Modernidade Líquida"


Palestrante: Vera Susana Lassance Moreira, psicóloga e doutora em administração, professora de MBA e diretora da Xave Comportamento Organizacional

 

5 de outubro, 17h


"Economia e Negócios: Segmentos e Regiões emergentes"


Palestrante: Giane Guerra, jornalista, bacharel em direito, apresentadora do programa Faixa Especial da Rádio Gaúcha e colunista do Blog Acerto de Conta$ no ClicRBS.


 
O Grupo Cybersul nasceu há 10 anos com o objetivo fornecer soluções empresariais em Tecnologia da Informação para pequenas e médias empresas. É formado pela Cybersul Softwares de Gestão, especializada em ERP; a Midia Pontocom, que oferece soluções em marketing digital; e a produtora web Mumbai. O grupo, com sede em Porto Alegre, tem escritórios em São Paulo e em Florianópolis, além de outras 12 unidades que funcionam em sistema de parceria.  

Assessoria de Imprensa Grupo Cybersul
www.grupocybersul.com.br
Fone: (51) 3311-8850
Tatiana Csordas - (51) 8111-8734
Sheila Meyer – (51) 9977-9966

terça-feira, 16 de agosto de 2011

PROJEÇÕES FANTÁSTICAS EM PRÉDIOS

As projeções em prédios são fascinantes!
Vale a pena olhar todos os vídeos listados abaixo.

555 KUBIK - How it would be, if a house was dreaming | facade projection


Adidas France - 3D Mapping Projection



HEEEY! Urban Screen



Ferry Building Projection




The Official Ralph Lauren 4D Experience - New York 

 



Fonte: Youtube.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Grupo Cybersul se consolida e projeta crescimento para os próximos anos

Empresa está entre os 2% de organizações brasileiras com maior número de colaboradores, segundo o IBGE

O Grupo Cybersul consolidou-se em 2011 como uma das grandes empresas de TI do país e ingressou em um grupo seleto, que trata das organizações de médio porte com mais de cinqüenta colaboradores.
 Segundo o IBGE, o Brasil possui pouco mais de 4,8 milhões de empresa em funcionamento, sendo que a grande maioria, aproximadamente 4,7 milhões, são de micro e pequenas empresas com até 49 colaboradores. Empresas de médio porte, entre 50 a 499 colaboradores, compreendem apenas 1,5% do total de organizações do país, enquanto as grandes empresas com mais de 500 funcionários representam 0,2%.


Essa nova fase do Grupo Cybersul deverá ser marcada, não apenas pelo fortalecimento da marca, mas também pela expansão de suas operações em todos estados brasileiros, especialmente nas regiões norte, nordeste e centro-oeste, a partir do Programa de Parcerias lançado no segundo semestre desse ano. O Programa de Parcerias tratará da criação de 40 Unidades de Negócios e mais de 1.000 Indicadores de Negócios em todo Brasil aos longos dos próximos três anos.  Para setembro já estão marcadas certificações em Brasília para mais três unidades, duas do próprio estado e uma de Cuiabá. Até o final do ano, 10 unidades devem estar em funcionamento.

O modelo de expansão inovador no segmento de tecnologia da informação pretende, através das Unidades de Negócio, criar núcleos regionais de comercialização e implantação de softwares corporativos, principalmente dos ERP`s desenvolvidos pelo Grupo CyberSul. O Programa de Parcerias também pretende montar uma rede de profissionais e empresas responsáveis por promover as soluções do Grupo CyberSul através de indicações de compradores potenciais.

Atualmente o Grupo Cybersul possui sedes em Porto Alegre e no centro de São Paulo, além de ter inaugurado recentemente mais duas unidades na zona norte e oeste de São Paulo. O novo centro tecnológico, que fica em Porto Alegre, foi inaugurado no ano passado em uma sede própria contando com cinco andares de modernas instalações.

Matriz Porto Alegre

A empresa atua com três marcas distintas no mercado, a CyberSul Softwares de Gestão, que atua com desenvolvimento e implantação de sistemas ERP,  a Midia Pontocom, que desenvolve estratégias de comunicação digital, e a Mumbai  Produtora WEB, que implementa soluções WEB, desde sites institucionais até E-commerce e projetos exclusivos.

A sinergia dos negócios do Grupo CyberSul representam uma Vantagem Competitiva sólida, que se tangibiliza com os elevados índices de crescimento da empresa nos últimos anos.


iPhone 5 chegou antes na China

Enquanto a Apple ainda prepara o próximo modelo do smartphone, piratas chineses já produzem os seus
SÃO PAULO – A nova versão do popular smartphone da Apple acabou de ser lançada no mercado (negro) chinês. O hiPhone5 está sendo vendido por apenas 200 yuan (ou US$31) no site Taobo, pertencente ao grupo Alibaba. Mas se você quiser um modelo mais “genuíno”, terá que gastar pelo menos 800 yuan, disse um atendente de loja de Shangai.
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Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook

O modelo do hiPhone 5 é baseado em imagens vazadas do ainda por ser lançado iPhone 5, mais fino e com cantos mais arrendondados que o do modelo anterior. No entanto, é bastante leve e parece um brinquedo de plástico, como a maioria dos celulares piratas.
Governos ocidentais repetidamente criticam a China por violação de propriedade intelectual alheia. Produtos pirateados como relógios de marca, malas e software podem ser encontrados facilmente em lojas. Modelos da Apple também. Basta lembrar que no mês passado uma falsa loja da Apple em Kunking virou febre na internet depois que um bloqueiro norte-americano as comparou com a de uma Apple Store verdadeira, notando os erros cometidos pela loja falsa, cujos funcionários supostamente acreditavam trabalhar para a Apple real.

/ Kazunori Takada (REUTERS)
Via Blog do Estadão

sábado, 6 de agosto de 2011

Iphone de baixo custo, sai ou não sai?

Analista afirma que Apple só lançará um iPhone de baixo custo se ele for “arrasar” no segmento

 
 
Mike Abramsky, analista da RBC Capital, teve a oportunidade de se reunir ontem com Tim Cook e Peter Oppenheimer, respectivamente COO e CFO da Apple.Entre os assuntos discutidos estava um iPhone de baixo custo, o qual muitos imaginariam que seria um “iPhone nano”: pelo tom da conversa, a Apple está decidida a só entrar nesse segmento se o produto for “arrasador”, e não há nada certo sobre ela já ter ou não achado essa fórmula.
Pessoalmente, acredito que esse seja um caminho óbvio e natural para o iPhone. Foi assim com os Macs, foi assim com os iPods… será assim com os iPhones e também com os iPads. A Apple introduz uma nova categoria, a consolida e, quando é a hora certa, começa a expandi-la. É difícil um único modelo de produto atender às necessidades de todos os consumidores dentro de um mesmo segmento, e não basta apenas fazer pequenas variações de capacidade interna.



Um iPhone mais barato poderia custar cerca de US$100-150 para a Apple, a qual provavelmente o comercializaria por uns US$250-300 no mercado — e isso sem considerar o subsídio de operadoras. Tomando como base o iPhone 4, ele poderia oferecer uma carcaça mais simplória (de plástico?), tela não tão avançada e câmera de menor qualidade — daí surge aquela ideia de o iPod touch vir a ganhar basebands 3G para se transformar nesse iPhone de baixo custo.
Após essa reunião, Abramsky concluiu dizendo que a Apple tem em suas mãos uma “grande oportunidade global”. Ele manteve uma classificação de “Sobrepeso” para as ações da Maçã, com um preço-alvo de US$500.



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Microsoft apresenta smartphones

A Microsoft deu fim às especulações e lançou na tarde desta segunda-feira, com o slogan “É Tempo de Compartilhar”, sua linha de smartphones, a Kin. Focada ao público jovem, a série inédita de aparelhos vem para competir principalmente com os adversários de tecnologia da empresa, a Apple e o Google.
Simultaneamente ao evento de lançamento, já estava no ar o site da novidade. Os aparelhos têm previsão de chegada ao mercado norte-americano em maio, mas sem uma data estritamente definida. Também não foram informados sob quais preços serão vendidos.
Inicialmente serão lançados apenas dois modelos, ambos sensíveis ao toque e com tecnologia 3G - nos EUA, a conexão será fornecida pela Verizon -, e que foram intitulados Kin One e Kin Two.O primeiro tem formato arredondado e um teclado deslizante pequeno, ideal para usuários que digitam usando apenas uma mão. Possui tela para navegação com o polegar e câmera de 5.0 Megapixels, além de memória de 4 Gigabytes.
O segundo aparelho já é voltado ao público que prefere digitar com as duas mãos. Também com um teclado deslizante, porém maior e em posição horizontal, o Kin Two tem uma tela mais ampla, câmera de 8.0 Megapixels e 8 Gigabytes de memória.
Os dois modelos já vêm com um aplicativo próprio para execução de músicas, o Zune Tuned. "Acho que o melhor caminho de contar esta história é ir aos consumidores. Gastamos centenas de horas com eles para entender suas necessidades antes de escrevermos uma única linha de código [do sistema operacional]", disse Robbie Bach, executivo da companhia.

Fonte: Redação Adnews

terça-feira, 2 de março de 2010

Novas Tecnologias para a Comunicação

A presença de telefonia celular embutida em quase todos os novos aparelhos como net e notebooks, e-readers e MIDs foi uma das tendências apontadas na Consumer Eletronics Show (CES-2010), realizada em janeiro nos Estados Unidos.

Aos recentes avanços da TV digital e dos monitores iluminados por LCD (liquid crystal display) se somou a TV-3D, apresentada na feira. Outra novidade do mega evento foram os tablets com seus excelentes recursos de navegabilidade. Essas “tábuas” de inovação juntam as funções dos computadores e dos smartphones em uma amigável plataforma.

Bem mais do que moda tecnológica os dispositivos móveis vem ao encontro do volumoso aumento do tráfego de dados e da necessidade de informar e compartilhar conhecimento. Estudo recente, do Morgan Stanley, mostra que o tráfego de dados nas redes móveis, deve crescer mais de 50 vezes até 2013. E esses novos aparelhos podem facilitar a vida de quem quer aprimorar a comunicação.

Poucos dias depois da CES a Apple anunciou a chegada ao mercado do iPad, seu primeiro computador em formato de prancheta digital. O produto une computador, videogame, tocador de música e vídeo e, ainda, leitor de livro digital (a mesma função do exitoso Kindle, da Amazon)

Com o jeitão do iPhone - que se torna modelo padrão no mercado global - os novos gadgets em suas telas móveis, possibilidade de ler livros, ouvir música, jogar games, navegar na Web, assistir vídeos, “blogar” ou “twittar”, fornecem interatividade jamais vista. E tudo isso com mobilidade, sem cordão umbilical, apenas com conexões Bluetooth. Os tablets, de maneira geral, acenam para uma bem sucedida transposição do impresso para o eletrônico ao prover interação. Com dedo na tela pode-se “folhear” e mover páginas com certa sensação tátil e visual. Mas, as vantagens também estão na velocidade de acesso, personalização e interação permitidas.

Junto a essas novidades tecnológicas aumenta a percepção de que é preciso agregar novas abordagens e meios interativos nas ações da comunicação organizacional. Ao menos para os trabalhadores que têm acesso a essas tecnologias (já são 178 milhões de aparelhos celulares no país e quase 68 milhões os internautas brasileiros) os novos aparelhos e formas de acesso geram outros padrões de navegabilidade e interatividade. Esses fatores, se bem utilizados, podem ser trunfos na melhoria da audiência interna e da comunicação organizacional.

Hoje quase todo produto cultural ou de entretenimento tem intenso trânsito multimídia, com seus conteúdos migrando entre vários suportes. O livro vira cinema, DVDs, BluRays, jogos, CDs áudio, HQs, nova versão de livros etc. Quem gosta de um produto quer desfrutar de seu convívio nos diferentes suportes mediáticos para reiterar a experiência de seu convívio nas diferentes mídias. O jornalista David Denby, da The New Yorker, cunhou o termo agnóstico da plataforma, para a geração que não vê diferença em assistir a um vídeo / filme no cinema, na TV, tela do computador ou no celular.

Claro que nas demandas hi-tech não basta apenas tecnologia. A profusão de telas espalhadas pelas empresas não significa modernidade nem melhoria da comunicação. A ela tem que se somar facilidade de acesso aos conteúdos e a criação da tal mão dupla. Só assim haverá interação, participação e audiência.

Como um significativo número de empresas brasileiras não está satisfeita com a sua comunicação e algumas caminham para abolir parte das publicações internas - seja em função de cortes de custos ou da diminuição de descartes e / ou da política de sustentabilidade - é certo que é preciso viabilizar outros meios e formas de se comunicar.

Cada vez mais as empresas terão funcionários blogers, com grande adesão às redes sociais, abertos às novas idéias e adeptos da interação. Para se comunicar com eles é preciso conhecer as novas plataformas e o que vem por ai. E, sobretudo, estar preparado para inovar nos meios e nos conteúdos da comunicação.

Autor:
Marcos Ernesto Rogatto
marcos@vistamultimidia.com.br


Marcos Ernesto Rogatto é jornalista e trabalhou na Revista Veja e TV Globo São Paulo. Atualmente é diretor da produtora Vista Multimídia. É formado pela PUC Campinas, cursou Ciências Sociais na Unicamp e fez Mestrado em Multimeios também na Unicamp. Foi colaborador do jornal Gazeta Mercantil e mantém o Blog Vista Multimídia sobre Comunicação e Marketing


Fonte: Aberje

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

iPad já afeta mercado de livros virtuais

O lançamento do iPad, na semana passada, já afetou o mercado de livros para aparelhos de leitura (e-books) como o Kindle, da Amazon. Editoras, usando a força da entrada da Apple na disputa, decidiram pressionar as empresas até agora controladoras do mercado a não imporem mais seus preços. Durante o Natal, a Amazon havia reduzido o preço dos livros de algumas editoras vendidos para o Kindle para apenas US$ 9,99. A diminuição se baseou no corte do porcentual direcionado às editoras na venda dos livros. Como a concorrência da Amazon era restrita apenas a Barnes&Noble e outras companhias sem a mesma força, ficava fácil para a fabricante do Kindle controlar o mercado e determinar os valores.
Agora, com a Apple, as editoras buscam renegociar o acordo. Em alguns casos, retiram livros do catálogo da Amazon por não concordarem com os preços praticados, considerados abaixo de mercado. Em um embate no fim de semana, a editora Macmillan, uma das maiores dos EUA, conseguiu impor os seus termos na negociação com a Amazon. A partir de agora, a empresa fabricante do Kindle elevará os preços dos livros para valores entre US$ 12,99 e US$ 14,99, aumentando a margem para a editora.
Em comunicado oficial, a Amazon afirmou não concordar com os termos. "Mas tivemos que capitular porque a Macmillan possui o monopólio de seus títulos e nós queremos oferecê-los a nossos clientes, ainda que esses preços sejam desnecessariamente altos para e-books", afirmou. Outras cinco editoras tendem a seguir o mesmo caminho, colocando em cheque a política da Amazon de vender livros a preços bem menores do que os valores das edições impressas para dominar o mercado.
As principais editoras chegaram a um acordo de preços com a Apple antes do lançamento do iPad para vender seus livros na iBookstore. Agora, pretendem utilizar termos similares com a Amazon e a Barnes&Noble, fabricante do Nook. No modelo de vendas introduzido pela Apple, que agradou às editoras, elas receberão 70% do total da venda de cada livro. Esse porcentual pode ser ainda mais elevado para a Amazon e a Barnes&Noble, segundo analistas.
Atualmente, a Amazon domina cerca de 60% do mercado dos e-books, com a Barnes&Noble e outras livrarias menores dividindo o restante. A expectativa é que a Apple altere a disputa. Porém há céticos. Primeiro, a tela do iPad emite luz como um computador comum, o que cansa a vista, prejudicando a leitura. Já no Kindle e no Nook as telas imitam a página de um livro e dá para ler com mais facilidade ao ar livre. Mas no caso de revistas e jornais, o iPad leva vantagem por possuir aplicativos e ter uma plataforma para a publicação de anúncios. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Yahoo!

Google prepara tablet para concorrer com iPad

O designer do Google, Glen Murphy, mostrou no site da empresa um vídeo com imagens do que poderia ser o tablet do Google. Se os rumores se confirmarem, o aparelho será concorrente direto ao iPad da Apple.
As informações sobre o tablet ainda são desencontradas, para o jornal "Telegraph" o aparelhos terá o sistema Chrome OS e vai precisar de uma tela entre 5 e 10 polegadas; já o site "TechCrunch" avalia que o aparelho do Google teria tela ainda maior que as 9,7 polegadas do iPad da Apple.
O aparelho também teria uma interface de toque na tela para permitir aos usuários manipular facilmente programas e softwares, arrastando e alterando tamanho de janelas com as mãos.
A novidade pode esquentar ainda mais a relação entre o Google e a Apple. Segundo a Folha Online, Steve Jobs, executivo-chefe da Apple, estaria nervoso com o Google por a empresa ter "invadido seu território" ao lançar o celular Nexus One, concorrente ao iPhone --da Apple.
Informações Folha Online
Redação Adnews

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Antena Wireless com lata de batata…



O objetivo deste tutorial é o de explicar como criar uma antena wireless recorrendo a uma lata de batatas fritas Pringles (as famosas Cantennas), basicamente uma variação das YAGI com 8 a 12 dB de ganho.
O resultado final :

Para começar é preciso algum material:
- Lata de Pringles (bem limpa e sem gordura das batatas )
- Um conector N-FEMEA, ou algum outro que possa substituí-lo (para ligar a antena no pigtail);
- Cerca de 3,2cm de fio de cobre tamanho 12 (usados nos fios de antena ou corrente nas nossas casas);
- Parafuso grande sem cabeça;
- 10 Porcas;
- 5 arruelas (anilhas);
O conector N-fêmea:

Fase I
I. Para começar temos que medir 8,4cm do fundo da lata e fazer um buraco de encaixe para o conector (N-FEMEA).
(Atenção que centro desse buraco terá que estar a 8,4 cm do fundo da lata

O objectivo é colocar nesse buraco o Conector N-Femea que deverá ficar preso e justo.

II. Depois vamos pegar no pedaço de fio de cobre e retirar o plástico de protecção. Com uma faca ou assim temos que remover o verniz (brilho) que protege o cobre.

III. Feito isto temos que encaixar o fio de cobre no conector N-Femea e soldá-lo ao conector.
E pronto temos o colector que iremos depois ligar ao pigtail:
(Atenção ao cortar o fio de cobre pois o fim dele tem que ficar exatamente no centro da lata)

IV. Agora coloca-se o colector no seu lugar já definido na lata.
Não esquecer que o fim do fio de cobre tem que ficar exatamente ao centro da lata)

V. Agora é preciso fixar a conector na lata. Para isso podemos usar uma pistola de silicone. (Mesmo usando outras opções a intenção é fixar de forma a não ser possivel que se mova.)

Fase II
VI. Agora a construção efectiva da antena. Pega no parafuso, mede exatamente 15cm e corta-o neste ponto. Depois é colocar as porcas e arruelas para formar a antena.

VII. Devem ser colocadas as porcas e arruelas segundo a imagem abaixo. Garantindo que todas ficam aproximadamente a mesma distancia entre si.

VIII. Como dica será aconselhavel colocar uma tira de cartao do diametro interior da lata na última arruela para evitar que o parafuso se mexa. E já agora colocar também a tampa da lata na última arruela.
(Ver a imagem para perceber melhor.)

IX. E pronto agora basta colocar tudo dentro da lata.
(Atenção: O fio de cobre que está lá dentro não pode tocar no parafuso. Deverá ficar o mais próximo possível, mas sem que se toquem)

E está pronta a antena wireless. Basta ligar o pigtail a antena e ao PC e testar o sinal obtido.
Veja aqui uns dados relativos aos sinais/ganhos por antenas. (Valores meramente indicativos).

CÓDIGO
Antenna -> Sinal |–| Noise
10db A: -> -83db // -92db
10db B: -> -83db // -92db
11db: -> -82db // -95db
24db: -> -67db // -102db
Lata(ext): -> -78db // -99db
Pringles(int):-> -81db // -98db
OBS: Pode-se sempre usar uma lata que não esta mas os tamanhos e medidas terão que ser ajustados a lata em questão. Uma questão de medidas e frequências.
Aqui poderão fazer um cálculo de acordo com as dimensões da lata usada: Calculador de dimensões de Antena
(Nota: todas as imagens foram tiradas da Internet, daí da pub existente em algumas das imagens)

FONTE: http://inatitude.wordpress.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ten Things Missing From the iPad



The iPad was supposed to change the face of computing, to be a completely new form of digital experience. But what Steve Jobs showed us yesterday was in fact little more than a giant iPhone. A giant iPhone that doesn’t even make calls. Many were expecting cameras, kickstands and some crazy new form of text input. The iPad, though, is better defined by what isn’t there.

Flash
Many people will bemoan the lack of support for Adobe’s interactive software, Flash. It wasn’t mentioned, but eagle-eyed viewers would have seen the missing plugin icon on the New York Times site during yesterday’s demo, and given that Apple clearly hates Flash as both a non-open web “standard” and as a buggy, CPU-hungry piece of code, it’s unlikely it will ever be added, unless Apple decides it wants to cut the battery life down to two hours.
Who needs Flash, anyway? YouTube and Vimeo have both switched to H.264 for video streaming (in Chrome and Safari, at least — Firefox doesn’t support it), and the rest of the world of Flash is painful to use.
In fact, we think the lack of Flash in the iPad will be the thing that finally kills Flash itself. If the iPad is as popular as the iPhone and iPod Touch, Flash-capable browsers will eventually be in the minority.

OLED
One of the biggest rumors said that there would be two iPads, one with an OLED screen and one without. But as our own Apple-master Brian X Chen pointed out, an OLED panel of this size runs to around $400. Add in the rest of the hardware and even the top-end $830 model wouldn’t be making Apple much money.
OLED also has some dirty secrets. It may be more colorful, but it uses more power than an LED backlit screen when all the diodes are lit up (white on black text is where OLED energy savings shine). It is also rather dim in comparison, and making an e-reader that you can’t use outdoors would be a stupid move from Apple.

USB
The iPad is meant to be an easy-to-use appliance, not an all-purpose computer. A USB port would mean installing drivers for printers, scanners and anything else you might hook up. But there is a workaround: the dock connector. Apple has already announced a camera connection kit, a $30 pair of adapters which will let you either plug the camera in direct or plug in an SD card to pull off the photos.
The subtle message here is that it’s not a feature for the pros: the lack of a Compact Flash slot in that adapter says “amateur photographers only.”
Expect a lot more of these kinds of accessories, most likely combined with software. How long can it be before, say, EyeTV makes an iPad-compatible TV tuner?

GPS
Apple put a compass inside every iPad, so you’d think that there would be a GPS unit in there, too. The Wi-Fi-only models get nothing, just like the iPod Touch, but more surprising is that the 3G iPads come with Assisted GPS.
Assisted GPS can be one of two things, both of which which offload some work to internet servers and use cell-tower triangulation. The difference is that some AGPS units have real GPS too, and some don’t. We’ll know which the iPad has as soon as we get our hands on one.

Multitasking
From the demonstrations at the Jobsnote it appears that, like the iPhone, we can’t run applications in the background. This will annoy many Wired readers, but it will not matter at all to the target user, who will be using the iPad to browse and consume media. In fact, this user will benefit, as the lack of CPU-cycle-sucking background processes is likely a large part of that ten-hour battery life.
If you are authoring content, like this post, then multiple browser windows, a text editor, a mail client and a photo editor all make sense. If you’re reading an e-book, not so much.

Keyboard
Nobody really thought the iPad would have a physical keyboard. That won’t stop the whining, though. The difference, again, between the iPad and a MacBook is that one is a multi-purpose device and the other is a media player.
The fact that Apple actually has made an optional keyboard for it is the biggest surprise (apart from the iPad’s base $500 price). In fact, this little $70 keyboard will mean that, despite its simplified nature, the iPad is enough laptop for many people. Why bother with a $400 netbook when you can have this instead?

Camera
No video camera, no stills camera, and no webcam. The first two will likely never make it into a future iPad, as we all have our iPhones or actual cameras with us, too. But the lack of a webcam is odd, as it closes off the possibility of using the iPad as a videophone.
I figure this is a cost-saving measure on Apple’s part. Too bad, though, as it is the only thing that stops me buying an iPad for my parents, whom I talk to on Skype. There seems to be no other reason not to have a webcam in the bezel other than price. We expect to see one in v2.0.

Verizon
iPhone users hate AT&T, but the only alternative is T-Mobile, whose coverage isn’t as good. Until Verizon switches to the world-standard GSM SIM card, don’t expect to see an Apple product on its network. You can forget all those Verizon iPhone rumors right now.

16:9
The iPad screen is a relatively square, by today’s standards, with an old-school 4:3 screen aspect ratio. This is not ideal for watching widescreen movies: you get a thick black “letterbox” bar top and bottom. But take another look at the hardware: the Apple on the back, and the position of the home button both tell us that the iPad is meant to be used in portrait mode, at least most of the time. And a 16:9 aspect ratio in this orientation would look oddly tall and skinny, like an electronic Marilyn Manson.
It’s a compromise, and a good one. If you really do spend most of your time watching movies on the iPad, maybe you should think about buying, you know, a big TV.

HDMI
There will be video out, likely through the dock connector, as Jobs said during his presentation that you’ll be able to hook the iPad up to a projector. But no HDMI out? How do you hook it up to your HD monitor?
The short answer is that you don’t. The maximum audience for an iPad screening is two. You want more? Use your laptop and hook that up, or your desktop machine. Remember, there are two kinds of people who will buy the iPad. One, nerds like you and me, who care about things like HDMI and also already own a computer that can do that.
And two, people who are buying this instead of a computer. Those people will probably still have DVD collections, or even VCRs. They don’t even know what HDMI is. I think I can guess what Apple thought about putting another expensive connector into the machine just to please a few geeks.
Photo: Jon Snyder

Read More http://www.wired.com/gadgetlab/2010/01/ten-things-missing-from-the-ipad/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Blog faz análise de segurança do Windows 7

Foi realizada uma análise de algumas características de segurança do sistema operacional Windows 7, versão Ultimate, especialmente para a Revista Digital do jornal O Globo. A seguir vocês encontram a integra da entrevista e demais informações sobre testes complementares feito pelo Blog Blindagem Digital.

O Windows 7 já está disponível para as empresas e logo, logo chegará aos usuários finais. Será o primeiro Windows a surgir em meio a debate sobre computação na nuvem e todas as suas consequências na segurança. Perguntamos, então, ao consultor Alexandre Freire, que já está usando o RC (Release Candidate) do sistema, quais foram as principais características de segurança implementadas nele.

Em relação aos Windows XP e Vista, que incrementos de segurança podemos ver no Windows 7 ?

Com o Windows Vista a Microsoft trabalhou para reduzir significativamente a superfície de exposição do sistema operacional a diversos ataques e incidências de códigos hostís apresentando os conceitos de Data Execution Prevention (Prevenção contra Execução de Dados), especialmente desenvolvida contra os chamados ataques de “buffer overflow”, também conhecidos como estouro de memória , e também com o conceito de UAC (User Access Control), que provê a notificação e necessidade de surprir as credenciais administrativas para diversas tarefas do SO dificultando as ações de códigos hostis como cavalos-de-tróia ou rootkits.

No Windows 7 tivemos modificações destes serviços com uma inteligência maior por parte do Data Execution Prevention e alterações no UAC de forma que o usuário possa configurar diferentes níveis de notificação em relação a mudanças que são executadas no SO. A Microsoft teve que implementar os diferentes níveis de segurança do UAC no Windows 7 porque os usuários reclamaram muito da implementação do Windows Vista que notificava sobre toda e qualquer mudança em curso no SO. Este é um ponto de atenção pois a empresa teve que ceder a conveniência por parte de grandes reclamações dos usuários abrindo mão da implementação segura do modo UAC que pudemos observar no Windows Vista. Teoricamente um código hostil (já existe um exploit como prova de conceito para este ataque) poderia ser executado no Windows 7 alterando a proteção do UAC e desligando este controle.

Imagem: User Account Control Settings (UAC)

Porém para executar o exploit o invasor deveria executar o código com privilégios administrativos, o que minimiza a possibilidade deste fato efetivamente ocorrer.

A Microsoft trabalhou também na redução do número de aplicações que necessitam de permissões administrativas para serem executadas. Com isso no Windows 7 os usuários não serão tão solicitados para suprir credenciais administrativas durante a execução de aplicações quanto no Windows Vista. Esta é uma ótima notícia pois a remoção de privilégios administrativos para a execução de aplicações garante um maior nível de segurança. Isso evita que, mesmo em caso de comprometimento das aplicações por potenciais invasores, os intrusos não consigam acesso privilegiado ao shell do sistema operacional.

Uma mudança muito interessante do Windows 7 foi a abstração do Security Center encontrado no Vista e a introdução do Action Center. Esta nova interface reune os principais controles de segurança, manutenção, troubleshooting e recovery. O Action Center notifica periodicamente o usuário caso algum controle não esteja ativado ou configurado de forma correta no sistema operacional. Os usuários são notificados através de mensagens mensagens que são exibidas de forma residente no “system tray”. O Action Center notifica caso o programa de antivírus não esteja funcionando de forma adequada, critica se a configuração de segurança do Internet Explorer não estiver rodando da forma sugerida, orienta sobre a necessidade de configuração do backup de dados e de configurações do UAC.

Imagem: Action Center do Windows 7


O Windows 7 trouxe uma grande melhoria em relação ao suporte nativo da autenticação a partir de mecanismos de biometria. No Windows Vista, se o usuário optasse por utilizar biometria no processo de logon, seria necessário usar o software de fingerprint fornecido pelo fabricante do sensor No Windows 7 os usuários podem facilmente utilizar centenas de dispositivos biométricos que são reconhecidos pelo sistema operacional e podem programar o processo de “enrollment” (leitura das digitais) a partir de uma interface muito simples que possibilita que qualquer dedo seja cadastrado para o processo de logon no sistema operacional.

Durante os testes que realizamos o Windows 7 detectou o leitor biométrico presente no notebook Dell Latitude D630 e o logon foi realizado com sucesso em 100% das tentativas. Leitura da identidade foi muito precisa. Testamos também o logon com diversos dedos não cadastrados no processo e o resultado foi de 100% de acerto.

O Windows 7 Biometric Framework permite que desenvolvedores utilizem a biometria nativa para acoplar a suas aplicações. Algo bem interessante.

Imagem: Registro das digitais para logon


Como está o Windows Defender no novo sistema?

O Windows Defender ganhou uma nova interface que é muito mais intuitiva para a compreensão do usuário do que a versão anterior e teve seus alertas integrados ao Action Center para que os usuários entendam de forma rápida e simples sobre as detecções e varreduras da ferramenta. Em linhas gerais o produto foi melhorado para prover a monitoração continua do sistema operacional.

O novo SO tem coisas como possibilidade de múltiplos firewalls, acesso direto a vpns, bitlocker portável, o Applocker, que tranca aplicações indesejadas… como essas coisas funcionam?

O Application Locker (AppLocker) é uma nova característica do Windows 7 que restringe, a partir da configuração de políticas, a execução de programas (aplicações) baseados em diversos parâmetros. É uma implementação de segurança mais avançada voltada para que administradores de rede configurem restrições no uso de aplicações para a criação de sistemas computacionais mais seguros. Dificilmente um usuário doméstico fará uso dessa característica (somente usuários mais experientes).

O Bitlocker evoluiu em relação a versão presente no Windows Vista. A aplicação está mais intuitiva e a característica de criptografar dispositivos removiveis como HDs externos ou USB drivers foi adicionada. Com este modo é possível garantir a segurança implementando a criptografia de dados quando em trânsito. É uma solução bastante interessante que permite o uso de solução nativa do sistema operacional para criptografia de discos e dispositivos móveis de forma semelhante a encontrada no famoso software PGP.

A questão de múltiplos Firewalls na verdade é uma implementação que permite que você tenha regras específicas para redes distintas. Você pode, no Windows 7, configurar políticas específicas para diferentes redes (domínio, redes privadas ou redes públicas) em que um desktop ou notebook se conecta. É possível bloquear programas baseados no perfil de rede em questão. É possível, por exemplo, permitir que um programa acesse a Internet apenas no ambiente de trabalho, mas não no ambiente doméstico. É possível também configurar para que um programa só use a Internet quando estiver conectado em redes identificacas como confiáveis.


É fácil para o usuário mexer nas configurações de segurança?

Sim. Na visualização padrão do painel de controle os icones de configuração foram organizados em grupos que sintetizam os principais pontos de atenção, inclusive os de segurança.

Como está o gerenciamento de contas de usuário, e os filtros para pais?

O controle de filtro dos pais foi remodelado para controlar, nativamente, 3 ações básicas das crianças no uso do ambiente computacional : limite de tempo para uso do computador, controle do conteúdo de jogos e bloqueio de aplicativos específicos. O filtro de jogos é bem poderoso pois utiliza diversos mecanismos que categorizam as diferentes classificações de jogos (violentos, pornográficos entre outras classificações).

Porém, no Windows 7 o parental controls não traz mais nativamente a classificação de acesso a sites Internet e monitoramento de conversas a partir do Microsoft Messenger (no Windows Vista isso fazia parte da solução). Agora estes controles dependem de provedores externos de segurança de conteúdo para instalar “add-ons” para filtrar conteúdo de acesso a Internet no que tange a classificação de sites. Alguns rumores dizem que a Microsoft foi forçada a permitir aos usuários flexibilidade na escolha do provedor de controle de pais a exemplo do que já ocorre com antivirus, browsers e mecanismos de busca. De qualquer forma os pais devem ficar atentos porque agora a configuração para filtro de navegação deve ser realizada de forma manual.

Assim como existe a necessidade de se instalar software de antivírus é importante que os pais tenham a conscientização da importância e necessidade de baixar e configurar os provedores de segurança para controle de navegação das crianças. O próprio provedor da Microsoft está disponível para ser baixado. Trata-se do Microsoft’s Windows Live Family Safety. A instalação fará com que o controle dos pais volte a funcionar exatamente como na versão encontrada anteriormente no Windows Vista (excelente por sinal). .

O Internet Explorer 8 está mais seguro. Mas ele não estará em todos os Windows 7. Na Europa, por causa do processo antitruste contra a Microsoft, ele poderá ser removido e outros navegadores usados em seu lugar. O que acha disso para a segurança? Acha que Firefox ou Chrome seguram a onda dos ataques? Que recursos importantes o IE 8 oferece, em sua opinião?

Acredito que os browsers que se destacarão serão aqueles que terão a capacidade plena de integração as características de segurança do sistema operacional em que se baseiam. Na minha opinião não existe browser com tantas funcionalidades de segurança do que o IE a partir de sua versão 7.

O grande advento de segurança para proteger o usuário e o sistema computacional Windows de ameaças virtuais foi sem dúvida alguma a dobradinha Internet Explorer 7 e Windows Vista. O browser foi muito aprimorado e tirou proveito também das características de segurança providas pelo sistema operacional para dificultar a ação de códigos hostis como cavalo-de-tróia, rootkits e proliferação de outros malwares. As excepcionais características do IE 7 como filtro de phishing (agora se chama SmartScreen Filter), o Protect Mode (impede o escalonamento de privilégios) e o Dynamic Security Protection (redução da superfície de ataque coibindo a instalação de códigos maliciosos no SO) foram mantidas e aperfeiçoadas no IE 8.

A versão IE 8 trouxe inovações em relação a proteção dos dados e manutenção da privacidade do usuário durante o acesso a sites web com o conceito chamado de “In Private Browsing”. Neste modo de navegação o browser abre uma nova instância em janela separada exibindo um logotipo “In Private” tendo como objetivo proporcionar uma navegação previnindo que os sites armazenem informações sobre a navegação, o que inclui o não recebimento de cookies, arquivos temporários da navegação, registro de histórico da navegação e outros dados. Todas as toolbars e extensões do browser são desabilitadas no momento da navegação.

O “In Private Browsing” é algo extremamente útil ao se navegar por sites que nào são tão conhecidos e evita a captura e registros das preferências de navegação dos usuários por parte destes sites. Garantia da confidencialidade do processo de navegação.

O IE também funciona integrado ao sistema operacional colocando em prática as configurações que foram definidas no controle de pais. Isso é um grande diferencial em relação aos demais browsers.

O Mozzila se tornou muito popular mas é um browser que ainda possui um grande histórico de vulnerabilidades. Uma pesquisa divulgada pela empresa de segurança Secunia (umas das referências de segurança na Internet) reportou que o browser Mozilla foi o browser que teve a maior quantidade de falhas em 2008. O Firefox teve mais falhas em 2008 do que todos os seus concorrentes juntos (diga-se Internet Exploter, Opera e Safari). O número de vulnerabilidades reportadas do Firefox em 2008 (115) ultrapassa a soma de todos os seus concorrentes. Segundo a Secunia o Internet Explorer fechou o ano com 31 vulnerabilidades, contra 32 do Safari e 30 do Opera. A Microsoft só dormiu no ponto quando o assunto foi vulnerabilidade crítica, as chamadas zero-day.

Denomina-se ataque zero-day a divulgação de toda e qualquer nova falha em sistemas operacionais ou aplicativos e que acompanhem o código (exploit) para que esta falha seja explorada antes do conhecimento dos próprios fabricantes. Esta é uma das piores condições uma vez que o usuário ficará vulnerável até que a empresa se movimente para pesquisar a origem do problema, desenvolver os patches de segurança e distribuí-los aos usuários. O Firefox se mostrou mais ágil na correção de vulnerabilidades deste tipo, apesar de ser o browser com a maior quantidade de vulnerabilidades reportadas em 2008. No ponto de vulnerabilidades críticas o time do Firefox costuma ter a capacidade de reposta superior a da Microsoft.

O último ataque zero day em browser Internet Explorer ocorreu meses atrás já afetando a versão IE 8. Durante a conferência hacker PWN2OWN um participante conseguiu a façanha de invadir um notebook Sony Vaio rodando com versão beta do sistema operacional Windows 7 explorando uma vulnerabilidade ainda não conhecida do novo browser (IE 8). A empresa de segurança patrocinadora do evento, TippingPoint, confirmou a grave vulnerabilidade “zero day” repassando as informações para o time de segurança da Microsoft, que por sua vez reproduziu o ambiente em laboratório confirmando o furo de segurança.

Durante esta conferência todas as versões atualizadas do browsers IE, Firefox e Safari foram comprometidas. O IE e o Firefox levaram mais tempo do que o Safari, que caiu em segundos. O único sobrevivente foi o Google Chrome.

Acredito que no próximo ano os olhos estarão voltados sem dúvida alguma para o Google Chome browser uma vez que ele será o centro da interface do sistema operacional Google Chrome OS, onde a google promete um ambiente computacional seguro a partir de um completo redesenho da arquitetura de segurança subjacente ao kernel do Linux de forma a eliminar de uma vez por todas a preocupação que os usuários possuem com vírus, malware e necessidades de atualizações de segurança. O Google quer o usuário concentrado apenas em sua produtividade sem passar por problemas relacionados a incidentes de segurança.

Resta saber o que o Google irá tirar da manga para prover um ambiente computacional seguro utilizando sistema operacional baseado em Linux livre de código malicioso. Tudo indica que o o Chrome browser seguirá os passos observados no Internet Explorer, a partir de sua versão 7, onde cada vez mais o browser foi potencializado para aproveitar as características de segurança presentes no sistema operacional para criar uma blindagem extra durante a navegação do usuário.

É muito bom ver um competidor ameaçando o reinado da Microsoft em desktops, sobretudo quando o assunto é o provimento de um ambiente computacional mais seguro. Quem não quer navegar na Internet sem risco de contaminação por vírus, worms, cavalos-de-tróia, adwares, spywares entre outros códigos hostis? Esta será uma competitividade muito interessante uma vez que as empresas apostam nos mesmos conceitos para aumentar a segurança do usuário sem impactar na sua experiência final.

E os contras da segurança? Já ouvi dizer que o modo XP é ruim nesse aspecto, e muitos usuários vão querer usar esse modo. Como ficar seguro usando esse modo XP? Que outras falhas você encontrou?

O modo XP tem sido criticado por algumas empresas de segurança justamente pelo fato de você ter o ônus de cuidar da segurança de um segundo sistema operacional, no caso o Windows XP, que roda “virtualizado” dentro do Windows 7. Faz sentido. Devemos enxergar o XP mode como um computador totalmente independente. Esta máquina virtual não será protegida pelo antivírus usado pelo Windows 7, nem terá a sua disposição todas as implementações de segurança do Windows 7 como UAC, Data Execution Prevention entre outras.

Os usuários que forem utilizar o XP mode deverão customizar a máquina virtual com os padrões normais de segurança (antivírus, firewall, atualizações/correções entre outras tarefas) e deverão ter bastante critério no entendimento das aplicações que deverão ser instaladas no Windows XP e o real motivo de utilizá-las pois nada impede que a máquina virtual seja infectada e que proliferação de vírus e outras pragas se espalhem para o computador host (Windows 7) e para as demais máquinas de um ambiente de rede doméstico ou corporativo. É importante compreender que ao ativar o XP mode o usuário passa a ter “mais um computador dentro de casa”.

Qual o recurso de segurança que você achou mais interessante e útil para o usuário?

Sem dúvida alguma o Action Center com a centralização de eventos e mensagens importantes com orientações sobre os controles de segurança do sistema operacional e o Bitlocker com a capacidade de criptografar os dados em dispositivos removíveis (pen drives / usb hard drives). Gostei muito também do Parental Controls com a funcionalidade de controle de jogos violentos.

O suporte aos antivírus existentes está funcionando 100% ou há algum problema de drivers?

Os principais antivírus do mercado (AVG/McAfee/Symantec/Panda) já atualizaram suas versões para o Windows 7. A lista dos provedores está em http://www.microsoft.com/windows/antivirus-partners/windows-7.aspx todos essas empresas estão homologadas para soluções de suite de antivírus.


Testou algum antivírus com ele? Qual ou quais? Comportou-se bem?

Testei o AVG e McAfee e funcionaram perfeitamente integrando-se, inclusive, ao Action Center do Windows 7

fonte: Imasters

O futuro é nublado

Você tem ouvido o termo "cloud computing" ou "computação na nuvem" nos últimos tempos. Mas o que há de tão interessante nisso? É realmente uma novidade tão importante que afeta nosso dia a dia?

A resposta curta é sim. A computação na nuvem reúne várias tecnologias que você vem utilizando de diversas formas há um bom tempo e não tem do que se preocupar.

Existem várias definições, das simples até as complexas, passando, como sempre, pelas fantasiosas e as inverossímeis. Algumas delas dão a idéia prática e simples: armazenar informação em datacenters e poder usar programas remotos para manipulá-la (Google, Amazon, Microsoft, etc).

Isso é verdadeiro, mas também deixa de fora a parte mais interessante. Para isso vamos tentar explicar "o que tem na nuvem".

Computadores pessoais têm ganhado mais potência, ao mesmo tempo em que caíram de preço. De fato os processadores são mais potentes, as memórias mais baratas, tendência que vem se repetindo dia após dia. Mas, dentro do conceito de cloud computing, já não importa ter ou não um dispositivo tão potente. A "nuvem" fará isso por você, veja o porquê a seguir.

Cloud Computing e Grid Computing (Grade de Computadores) são tecnicamente difíceis ou impossíveis de diferenciar. Porém, Grid Computing chega mais perto da realidade técnica. Uma grade de computadores trabalhando em conjunto (Veja "Grid Computing"). Inteligência (ou capacidade de processamento) e Memória (ou capacidade de armazenamento) distribuída (grid) num sistema interconectado.

Isso inclui o processador do seu modem ADSL, seu computador pessoal, seu celular, o gateway de sua empresa, o switch do datacenter, os milhares de servidores da Google e todos os aparelhos que de alguma forma se interconectam na Internet e assim de fato formam a "nuvem".



GRAFICO I (Cloud & Grid)

Assim como o sistema operacional de muitos usuários é o Windows, muitos roteadores residenciais usam Linux, muitos celulares suportam Java, etc. Isso lhes permite comunicar, processar e armazenar informação.

O interessante do conceito cloud computing é que cada vez é menos importante "onde" você faz algo. Vamos analisar um exemplo hipotético, mas muito simples de implementar.

Seu modem residencial conecta-se a Internet, sua TV a cabo se conecta ao seu novo aparelho HDTV com "memória para gravar filmes" e seu computador acessa via rede wireless todos eles.

Você precisa escrever um texto, tal qual escrevo agora. Para isso você pode acessar o processador de textos on-line (google docs ou outro do tipo), começar a digitar no teclado de seu notebook e armazenar na memória da TV.

Digamos que você não terminou o texto até a noite (algo bem provável no meu caso) e no dia seguinte você deseja continuar ele, mas estando no seu escritório. A "nuvem" permitirá a você usar o mesmo processador de texto on-line e continuar o texto que ficou armazenado no disco rígido da sua TV em casa.

Uma vez terminado, você mesmo disponibiliza seu texto ao público, que não vai acessar diretamente a memória de sua TV, mas sim a partir de um blog em algum datacenter de baixo custo.

O interessante do exemplo é que praticamente todas as peças são intercambiáveis. O processador de texto pode rodar tanto no seu PC, no servidor do datacenter ou no seu roteador (de fato o sistema operacional do roteador suporta vários processadores de texto, inclusive para "configurar o próprio roteador".

Se isso não lhe deixa à vontade, procuremos outro exemplo do dia a dia, a TV Digital. Sua TV costumava se conectar a um "decodificador", agora utiliza algo mais avançado um "set top box". Inclusive algumas TVs já tem o set-top box incluído no seu hardware. Você pode selecionar um filme, programar o que deseja ver e, algo quase milagroso, avançar um filme.

O que tem a ver isto com computação na nuvem? Sua TV tem capacidade de processamento e memória conectada aos servidores do provedor de TV a cabo. Os métodos de transmissão de vídeo utilizam um buffer (uma pequena porção do vídeo é armazenada no dispositivo receptor antes de ser apresentada na tela). Se o buffer é grande ou pequeno dependerá do desenho e da aplicação específica.


GRAFICO II (Set-Top Box / PC)


Você usa o controle remoto, mas tecnicamente é possível usar um PC ou o celular 3G. Escolher a programação, digitar seu endereço ou usar um processador de texto para fazer o exemplo anterior é exatamente o mesmo. Depende do que seu provedor de TV ofereça como serviço. De praxe ele deixa de ser um provedor de TV para ser um provedor de serviços, seja isso um vídeo, uma aplicação on-line, um armazenamento de fotos, etc.

Como vai afetar as nossas vidas no futuro imediato? De uma forma prática você pode esperar mais liberdade, deixando de se preocupar tanto pela capacidade dos dispositivos que você possui e se importando mais pelo que você pode utilizar da nuvem.

Ver, ler, escrever, compartilhar informação, se tornam processos mais naturais, já que os dispositivos se integrarão automaticamente à nuvem, seja para procurar uma palavra num dicionário como para modificar a sua seleção de filmes.

Você já é parte da nuvem. E não tem mais como descer dela!

Fonte: Imasters

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Quentinhas

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