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segunda-feira, 12 de abril de 2010

COPA: CBF fatura US$ 200 milhões com propaganda

Os cofres futebolísticos estão gordos. A seleção brasileira de futebol já tem três vezes mais patrocinadores do que na última Copa do Mundo. São dez contratos fechados e um em negociação. O mercado do marketing esportivo estima que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) arrecadou mais de US$ 200 milhões em contratos de patrocínio, só este ano.
O interesse é justificável. Em 2006, por exemplo, cerca de 2,8 bilhões de pessoas acompanharam ao menos um jogo da Copa. Nesse caso do patrocínio, o único ponto negativo para as empresas fica por conta da não realização de treinamentos ou amistosos no Brasil antes da Copa. Isso implica em um menor tempo de exposição das marcas e na impossibilidade para a realização de ações de relacionamentos.
Os desconfortos causados por essa restrição são minimizados pelo vice-presidente de marketing e inovação da Vivo, Hugo Janeba, "È uma restrição chata, mas temos 32 outros itens para explorar a nossa associação com o time mais admirado do planeta" e completa: "Temos, por exemplo, dois lugares no avião que transportará a Seleção, assim como 400 ingressos para os jogos da CBF. E isso não tem preço".
O sócio e presidente da agência de publicidade Propeg, Fernando Barros, chegou a avaliar uma proposta de compra de cota para a transmissão dos jogos pela Rede Globo, mas achou os preços exorbitantes. "Com R$ 40 milhões, valor que me foi apresentado, faço ações de marketing para o meu cliente o ano todo", disse.
Além da Vivo, estão na mesma categoria de patrocínio master as empresas Nike, Itaú, AmBev e o frigorífico Marfrig – que comprou a marca Seara. O anúncio oficial do acerto com a CBF será feito hoje, no Rio. A Marfrig também assinará outro contrato, desta vez com a FIFA, na Suíça, para ser uma das cotistas não só da Copa de 2010, como também da de 2014, no Brasil.
Segundo participantes das negociações, o frigorífico vai desembolsar algo em torno de R$ 140 milhões por ano. Com exceção da Nike, cuja verba de patrocínio é bem superior à média, os patrocinadores master pagaram cerca de 15 milhões por contratos anuais. Existem cotas menores que dispõem de outros tipos de restrições para o uso da marca da seleção. Essas cotas giram em torno de US$ 6 milhões e foram assinados com Volkswagen, TAM, Gillette, Pão de Açúcar e Nestlé.
"Temos um produto que tem total sinergia com o clima de Copa, que é o Gol", diz o gerente de marketing da Volkswagen, Herlander Zola. A montadora lançará, até o final do mês, o “Gol Seleção” – que terá o escudo da CBF imprenso no estofamento. Na TV, a empresa já veicula a campanha com a assinatura "É Gol do Brasil".
As empresas alegam diversos motivos para aliar suas marcas à seleção brasileira. A AmBev, por exemplo, considera que durante os jogos, o consumo de cerveja aumenta. Por esse motivo, bloqueou a presença da concorrência nos três níveis possíveis de exposição de marca.
A companhia também tem um contrato com a FIFA para expor a marca Brahma e comprou uma cota de transmissão dos jogos na Globo. "Lutamos muito para conseguir fazer uma marca brasileira aparecer nesse evento global", festeja Marcel Marcondes, gerente de marketing da Brahma.
As informações são de Marili Ribeiro, do jornal O Estado de S.Paulo
Fonte: Redação Adnews

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Brasilidade em pleno verão inglês

É engraçado como tudo muda na propaganda daqui quando o verão chega. Aos primeiros raios de sol, nos primeiros dias de temperaturas amenas, as cores invadem a publicidade. Tudo fica mais quente, as músicas têm um certo batuque, as mulatas dançam na TV com pouca roupa, as cores são verde e amarelo. O que? De que país você está falando? Sim, é da Inglaterra.

Basta chegar o verão para a Alessandra Ambrósio aparecer sambando na propaganda da Next, para o comercial do creme depilatório Veet colocar mulatas dançando numa avenida duvidosamente parecida com a Apoteose. É só chegar o verão para até a propaganda da região de Yorkshire ter como fundo musical um samba, com cuíca e tudo. E o que tem de samba em Yorkshire? Nada.

Não só na publicidade, como no mercado de um modo geral, tudo exala brasilidade. Tudo é verde, amarelo, azul e branco. As lojas exibem um estoque de Havaianas de dar inveja a muitos displays das nossas praias. Tudo quanto é cor. E se você der um pulinho na Topshop, na French Connection, ou até mesmo na Selfridges, com certeza será acolhido por uma bossa nova ou um bom sambinha de exportação.

E abram os armários para a exposição de camisas canarinho! A quantidade de gente vestindo camisa da seleção é impressionante. Oficial, não-oficial, de futebol ou não, tudo diz “Brazil”. Será que eles acham que combina com as havaianas nos pés? Pode ser.

É inegável que a publicidade inglesa tenha lá seus valores, mas também é inegável este tom brasileirinho durante o verão. Há quem diga que a Inglaterra não tem referências de um verão de verdade, então acaba emprestando da gente uma coisinha aqui, outra acolá. Para nós, brasileiros, é um gostinho a mais de “casa” que vem com o tão esperado sol.

fonte: http://casadogalo.com/[escrito por milena ]

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Burger King cria o primeiro restaurante do mundo feito de areia

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O Burguer King do Reino Unido inaugurou (no dia 30.08.09) o primeiro restaurante do mundo feito de areia em Weston-Super-Mare para promover a sua linha de sorvetes BK Fusions. O responsável pela construção foi o escultor Mark Anderson, que demorou três dias e usou 10 toneladas de areia para concluir a obra.

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Esse espaço ao ar livre conta com duas mesas com capacidade para quatro pessoas em cada e quatro funcionários excluivos para esse “restaurante conceito” que está fazendo sucesso nas praias européias.

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Sempre quando penso que o BK me surpreendeu com alguma ação, ele vem com outra mais criativa ainda. Gostei! Espero que esse restaurante chegue às praias brasileiras.

Via. Cow Agency

Fonte: http://comunicadores.info/


Coral | Decoration Starts With Color

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Bela sacada da Leo Burnett Brasil para as tintas Coral. Com o objetivo de promover a sua linha de decoração premium Decora, a Coral distribuiu mais de 2000 lâmpadas coloridas em diversos pontos de vendas, onde ao acendê-la perto de uma parede branca, revelou o quanto uma cor diferente em um ambiente pode deixá-lo mais bonito e sofisticado.

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Isso permitiu que os consumidores pudesse “experimentar” as cores em suas casas de uma forma simples e divertida, sem fazer sujeira, chegando a uma escolha que melhor se adequasse as suas necessidades e gostos.

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Ah, perceba o detalhe da caixinha da lâmpada: ela é uma miniatura da lata de tinta. Perfeita a ação, com um baixíssimo custo, e um ótimo retorno. Simples, porém genial!


Fonte: http://comunicadores.info/

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