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sábado, 6 de agosto de 2011

Iphone de baixo custo, sai ou não sai?

Analista afirma que Apple só lançará um iPhone de baixo custo se ele for “arrasar” no segmento

 
 
Mike Abramsky, analista da RBC Capital, teve a oportunidade de se reunir ontem com Tim Cook e Peter Oppenheimer, respectivamente COO e CFO da Apple.Entre os assuntos discutidos estava um iPhone de baixo custo, o qual muitos imaginariam que seria um “iPhone nano”: pelo tom da conversa, a Apple está decidida a só entrar nesse segmento se o produto for “arrasador”, e não há nada certo sobre ela já ter ou não achado essa fórmula.
Pessoalmente, acredito que esse seja um caminho óbvio e natural para o iPhone. Foi assim com os Macs, foi assim com os iPods… será assim com os iPhones e também com os iPads. A Apple introduz uma nova categoria, a consolida e, quando é a hora certa, começa a expandi-la. É difícil um único modelo de produto atender às necessidades de todos os consumidores dentro de um mesmo segmento, e não basta apenas fazer pequenas variações de capacidade interna.



Um iPhone mais barato poderia custar cerca de US$100-150 para a Apple, a qual provavelmente o comercializaria por uns US$250-300 no mercado — e isso sem considerar o subsídio de operadoras. Tomando como base o iPhone 4, ele poderia oferecer uma carcaça mais simplória (de plástico?), tela não tão avançada e câmera de menor qualidade — daí surge aquela ideia de o iPod touch vir a ganhar basebands 3G para se transformar nesse iPhone de baixo custo.
Após essa reunião, Abramsky concluiu dizendo que a Apple tem em suas mãos uma “grande oportunidade global”. Ele manteve uma classificação de “Sobrepeso” para as ações da Maçã, com um preço-alvo de US$500.



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Microsoft apresenta smartphones

A Microsoft deu fim às especulações e lançou na tarde desta segunda-feira, com o slogan “É Tempo de Compartilhar”, sua linha de smartphones, a Kin. Focada ao público jovem, a série inédita de aparelhos vem para competir principalmente com os adversários de tecnologia da empresa, a Apple e o Google.
Simultaneamente ao evento de lançamento, já estava no ar o site da novidade. Os aparelhos têm previsão de chegada ao mercado norte-americano em maio, mas sem uma data estritamente definida. Também não foram informados sob quais preços serão vendidos.
Inicialmente serão lançados apenas dois modelos, ambos sensíveis ao toque e com tecnologia 3G - nos EUA, a conexão será fornecida pela Verizon -, e que foram intitulados Kin One e Kin Two.O primeiro tem formato arredondado e um teclado deslizante pequeno, ideal para usuários que digitam usando apenas uma mão. Possui tela para navegação com o polegar e câmera de 5.0 Megapixels, além de memória de 4 Gigabytes.
O segundo aparelho já é voltado ao público que prefere digitar com as duas mãos. Também com um teclado deslizante, porém maior e em posição horizontal, o Kin Two tem uma tela mais ampla, câmera de 8.0 Megapixels e 8 Gigabytes de memória.
Os dois modelos já vêm com um aplicativo próprio para execução de músicas, o Zune Tuned. "Acho que o melhor caminho de contar esta história é ir aos consumidores. Gastamos centenas de horas com eles para entender suas necessidades antes de escrevermos uma única linha de código [do sistema operacional]", disse Robbie Bach, executivo da companhia.

Fonte: Redação Adnews

domingo, 7 de março de 2010

Linguagem de internet e Celular



Reuters
Um estudo realizado no ano passado por um professor universitário na Austrália revelou que os jovens, se têm facilidade para escrever mensagens de maneira abreviada, podem não ter tanta habilidade assim para lê-las. Quase metade dos 55 estudantes envolvidos demorou duas vezes mais para ler do que para escrever mensagens do tipo “Vc q tc?”. Por que então a linguagem simplificada virou praxe entre quem usa a internet e costuma mandar mensagens de texto pelo telefone celular? A professora Maria Teresa de Assunção Freitas, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), sugere algumas possibilidades. Ela é autora do livro Leitura e Escrita de Adolescentes na Internet e na Escola.
1. Por que as pessoas abreviam a linguagem na web?
2. Onde e por quem essa linguagem abreviada é mais usada?
3. Por que essa linguagem tem mais adeptos entre os adolescentes?
4. Isso já acontecia antes em outros meios?
5. A escrita abreviada e simplificada prejudica a compreensão?
6. Há padrões de escrita para internet e celular?
7. Essa escrita vicia?
8. Essa linguagem pode modificar a língua que falamos?
9. A internet faz o adolescente ler menos?
10. Exemplos da linguagem da internet
1. Por que as pessoas abreviam a linguagem na web?
Para a professora Maria Teresa de Assunção Freitas, são dois os principais motivos da abreviação de palavras: o primeiro, a facilidade de se escrever de modo simplificado, e o segundo, a pressa. Esta, por sua vez, está ligada a outras duas razões: a economia (mandar uma mensagem maior pelo celular pode custar mais) e o desejo de reproduzir virtualmente o ritmo de uma conversa oral. “É para acelerar o bate-papo, que na internet, em chats e programas de mensagem instantânea, acontece em tempo real”, explica a especialista. “No celular, há o agravante do teclado, que é menor, e do preço, que é maior.” Uma terceira causa seria o desejo do adolescente de pertencer a um grupo: ele pode adaptar a sua escrita à linguagem da comunidade de que quer fazer parte - com o uso dos termos adaptados, ele adere aos códigos do grupo.


2. Onde e por quem essa linguagem abreviada é mais usada?
Os principais autores da escrita simplificada são os jovens e, entre eles, os adolescentes. Eles fazem uso desse tipo de linguagem no celular e na internet, especialmente em canais de relacionamento, como o Orkut e o MSN. “Mas essa linguagem teve início nos chats”, afirma a professora Maria Teresa, que já realizou uma pesquisa na área, também começando pelas salas de bate-papo virtuais. Nos e-mails, segundo ela, a escrita abreviada tem menos lugar porque se trata de um meio de comunicação assíncrono, ou seja, a informação é enviada em intervalos irregulares: uma pessoa envia uma mensagem para outra, mas não sabe quanto terá uma resposta. É um ritmo parecido com o da tradicional troca de cartas. No celular, a linguagem abreviada fica restrita aos torpedos, que são escritos.

3. Por que essa linguagem tem mais adeptos entre os adolescentes?
Os adolescentes têm grande facilidade de se adaptar aos símbolos de um novo código, pelas características da própria idade. Não é de hoje que colegas de escola trocam bilhetinhos durante a aula. Longe das vistas do professor, trocam papéis amassados ou dobrados - se é que hoje não o fazem por celular ou mesmo pela internet, nos colégios onde o computador é instrumento de ensino. É próprio do adolescente criar código. No celular, porém, a adesão à linguagem simplificada é maior, devido à dificuldade de digitar no pequeno teclado do aparelho telefônico. Jovens adultos e adultos também vêm passando a utilizá-la.

4. Isso já acontecia antes em outros meios?
Sim, mas de modo diferente. O telegrama é um meio de comunicação que faz uso da linguagem abreviada, mas segue um código mais formal, mais atento às regras ortográficas cultas. Não é usual, por exemplo, trocar “assim” por “axim” ou “endosso” por “endoço”. O telégrafo, aliás, chegou a fazer uso do Código Morse, que, com pontos e traços, facilitava a transmissão da mensagem. O texto era transmitido de forma codificada pelo telegrafista, que se colocava como intermediário entre emissor e receptor. Depois, a mensagem era transportada por navio, trem ou avião (mais tarde). Nas conversas pela internet ou pelo celular, essa figura não está presente, o que permite uma maior intimidade entre as partes envolvidas no diálogo. Além disso, a escrita da internet está contaminada pelos ares de sua época: ela é uma forma própria ao suporte em que se deita. “O contexto gera formas novas de utilizar a linguagem”, afirma a professora Maria Teresa.

5. A escrita abreviada e simplificada prejudica a compreensão?
Quando duas pessoas dominam o mesmo código, não costuma haver dificuldade na troca de mensagens. Mas uma pessoa que nunca empregou uma linguagem como a que os adolescentes usam na internet pode achá-la uma loucura à primeira leitura. “Pais e mães podem pensar que é uma escrita errada, quando não é: é uma escrita feita para um suporte próprio, adaptada para uma determinada situação. Não há erro de ortografia, embora essa linguagem desobedeça à regra culta”, defende Maria Teresa. Dentro daquele sistema, explica a professora, a substituição de “ss” por “ç” faz sentido e não representa um erro. É claro também que, como demonstrou a experiência realizada na Austrália, pode haver maior dificuldade em ler a mensagem em voz alta do que escrever de maneira reduzida - especialmente se quem lê em voz alta não domina bem o código que está lendo.

6. Há padrões de escrita para internet e celular?
A linguagem abreviada, especialmente a da web, segue os padrões da oralidade. Ela substitui uma conversa ou um bate-papo. “O interlocutor está presente e em tempo real, apesar da distância”, diz Maria Teresa. “Para andar mais rápido, se escrevem oxítonas com acento agudo sem acento e com ‘h’ no final, como ‘cafeh’, e se firmam acordos tácitos para uso de determinadas palavras, como ‘vc’ em vez de ‘você’ ou ‘tc’ em vez de ‘teclar’.” Outros elementos que fazem parte desse sistema são as representações de emoção, geradas para compensar a ausência física do interlocutor: "risos", "rs", "eheh", ":)", ":(", "[]", etc. Há diversas fontes na internet, como sites específicos e, o próprio MSN, onde usuários dessa linguagem podem copiar símbolos ou emoticons para depois usá-los em suas mensagens.

7. Essa escrita vicia?
Muitos adolescentes ouvidos por Maria Teresa, em sua pesquisa, demonstraram saber separar as coisas. “Eles sabem que na escola não podem escrever da mesma forma que na internet”, diz ela. “Essa linguagem é um gênero novo de discurso, e os usuários sabem disso, sabem que é algo diferente do que está no livro ou em outro lugar.” Para a professora, uma prova de que os adolescentes sabem separar as coisas é que, quando o canal de filmes pago Telecine criou a sessão Cyber Vídeo, com legendas que se apropriavam do internetês, houve uma forte reação dos próprios adolescentes contra o método. “Eles diziam que não era linguagem própria para o cinema, que era linguagem de internet.” Dirigida ao público teen, a experiência do Telecine não foi mesmo para frente: estreou em 2005 e já no ano seguinte saiu do ar.

8. Essa linguagem pode modificar a língua que falamos?
É possível que essa linguagem venha, no futuro, a modificar a língua que falamos. Já começamos a incorporar, no português do Brasil, os termos da informática e da internet, como "deletar", "caps lock", "control+c", "control+v", "control+z". Há muita gente rindo em voz alta como na web: “eheheh”. “A língua é uma coisa viva, porque falada. Só a língua morta, como é o caso do latim, permanece estática. Há palavras do português que sumiram, enquanto outras foram incorporadas. A língua é dinâmica, se transforma sempre”, diz Maria Teresa.

9. A internet faz o adolescente ler menos?
Pelo contrário. A pesquisa da professora da UFJF mostra que a internet está levando o adolescente a ler e a escrever mais. O texto escrito foi redescoberto como forma de comunicação, e a leitura ganhou novos formatos. Há uma espécie de letramento digital. “A leitura é hipertextual: baseada no hipertexto, na utilização de links. Cada um faz a sua leitura, não precisa ser linear, enquanto o livro é geralmente linear”, pondera ela. Em resumo, no meio digital o leitor tem mais autoria na leitura - ele faz o seu próprio percurso, a sua seleção. E lê de maneira prazerosa, lúdica. “Isso é capaz de aproximar o adolescente da literatura. Há sites em que eles escrevem poesia, até de modo coletivo, e outros onde podem baixar e-books.”

10. Exemplos da linguagem da internet
A "linguagem" da internet também fornece informações sobre o estado de espírito de quem escreve. Confira algumas amostras.
   

EMOTICONS
Sorriso     :-) (-: :) =) :o)
Muito feliz (ou sorrindo muito)     :-D
Triste ou indiferente     :-( (:-( :-c :-< :-(((( :-t :-/
Sem expressão ou entediado     :-| :-I
Surpreso ou de boca fechada     :-X
Boca fechada (sem dizer uma palavra)     :-v
Pensando ou assimilando     :-I
Gritando     :-O :-@
Chorando     :,-( :'-(
Diabólico ou travesso     ]:-)> ):-)
Piscando o olho     ;-> ;-) ;) '-)
Beijo     :-x :-*
De óculos     8-] 8-) B-)
Mostrando a língua     :-J :-p
Bobo     :-B
Bocejando     |-O
Assoviando     :-"
Abraço     ((( ))) []'s
Rosa     @->-
    

ACRÔNIMOS
Riso     rs (abreviação de 'risos') ou kkkkkk
Gargalhada     lol (iniciais de "laughing out loud", ou "rindo muito", em português)
Pensando ou assimilando     hmmm ou huuum
Logo que der     asap (inciais de "as soon as possible", ou "assim que possível", em português)
Já volto     bbs (inciais de "be back soon", ou "volto logo", em português)

ABREVIAÇÕES
beleza     blz
se     c
que     q
quando     qd ou qdo
também     tb, tbm ou tbém
tudo     td
você     vc


EXEMPLOS DE UMA ORTOGRAFIA PARTICULAR
achar     axar
assim     axim
é     eh
então     entaum
coloquei     koloqei
como     komo
amigo     miguxo
não     naum
nunca     nunk
chegar     xegar
qual     Ql
quis     Qz
você     voxê ou vc
vocês     v'6s ou vcs
só     soh

Fonte: Microsoft (fabricante do MSN Messenger) e Maria Teresa de Assunção Freitas, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora do livro Leitura e Escrita de Adolescentes na Internet e na Escola

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Operadoras traçam plano para publicidade móvel


As operadoras de telefonia celular da Inglaterra se aliaram com a empresa de pesquisa de mercado comScore para medir o uso da Internet em dispositivos móveis, na primeira iniciativa do tipo que esperam ser capaz de lançar de vez o mercado de publicidade móvel.
Anunciantes tem mostrado interesse em atingir os celulares de consumidores, que trazem a vantagem de permitir um tipo de anúncio altamente pessoal como geograficamente dirigido, mas a intenção tem sido contida por fatores que incluem falta de dados sobre o consumo de mídia móvel.
Segundo a empresa de pesquisa de mercado Gartner, as receitas globais com publicidade em dispositivos móveis alcançaram 530 milhões de dólares no ano passado, podem saltar para 13,5 bilhões de dólares em 2013.
As operadoras celulares detém os dados sobre como seus usuários utilizam telefones, mas até agora vinham se mostrando relutantes em explorar essa informação por receio de levantarem questionamentos sobre privacidade dos clientes.
"Nos reunimos em uma coalizão de interesses e dissemos 'vamos tentar alguma coisa'", afirmou Henry Stevens, que é responsável por publicidade móvel na GSM Association.
Stevens afirmou que levou quase três anos de conversas para tirar o projeto do papel e que as cinco operadoras celulares britânicas concordaram em fornecer dados anônimos de uso de Internet para a criação do produto.
Ele afirmou que a associação espera repetir o exercício em outros mercados depois da Inglaterra, que foi escolhida por seu tamanho e estágio relativamente maduro de desenvolvimento.
Os dados disponibilizados por O2, da Telefónica; Vodafone, Orange, T-Mobile e 3UK mostram que 16 milhões de pessoas no Reino Unido acessaram a Internet de seus celulares em dezembro.
Os usuários visitaram 6,7 bilhões de páginas e gastaram 4,8 bilhões de minutos online a partir de seus aparelhos.
Os sites mais visitados foram Facebook, páginas do Google e da Telefónica, em termos de número de usuários. Com relação a número de páginas vistas e tempo gasto no site, o Facebook foi disparado o destino mais popular.
Compradores de espaço publicitário afirmaram que uma medição transparente poderá tornar possível o planejamento de campanhas de publicidade móveis e medir o sucesso dessas iniciativas da mesma forma com que fazem com outras mídias.
"Dados básicos de audiência é o ponto de partida", disse Bob Wootton, diretor de marketing e publicidade da associação britânica do setor de propaganda ISBA, no lançamento de novo produto no final da quinta-feira.

Fonte: Reuters e Adnews

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Apple anunciará seus resultados financeiros do quarto trimestre fiscal de 2009 no dia (19 ou 21) de outubro

Apple Q4 - 2009


A Apple anunciou que realizará uma conferência para divulgação dos seus resultados financeiros para o terceiro trimestre fiscal de 2009 no dia (19 ou 21) - alguns sites estão divulgando essas duas datas , às ?? 18 ou as 20:20 ?? horas pelo fuso de Brasília.


QUEM SOUBER A DATA E HORÁRIOS CORRETOS NOS AVISEM POIS TEM SITES COLOCANDO ESSAS DUAS DATAS E HORÁRIOS


O período em questão cobre vendas realizadas entre 28 de março e 26 de junho.

Apple Q3 - 2009

A transmissão da conferência é feita ao vivo via QuickTime, aberta para o público. Todavia, somente jornalistas convidados podem fazer perguntas ao término do discurso dos executivos da empresa.

No Q3 – 2009, o CFO da Apple, Peter Oppenheimer, comentou o seguinte sobre este período: “Olhando à frente para o quatro trimestre fiscal de 2009, prevemos uma receita na faixa de cerca de US$8,7 bilhões a US$8,9 bilhões e esperamos ganhos por ação diluída na faixa de aproximadamente US$1,18 a US$1,23.”

O MacMagazine, como de praxe, fará uma cobertura completa da ocasião.

FONTE: http://macmagazine.uol.com.br

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Empresas preferem internet a celular para promoverem vendas, diz pesquisa

Estudo da consultoria Deloitte mostra transformação das ações de venda pela internet, o qual representa 6% do faturamento total.

A consultoria Deloitte apresenta os resultados da pesquisa “As relações de consumo na era do comércio online”. O estudo, que abordou entidades de diversos segmentos e portes econômicos, contou com a participação de 109 empresas que atuam no País, cuja análise aconteceu entre 20 de agosto e 08 de setembro. O objetivo do estudo é retratar a visão e as práticas das empresas em suas relações com o consumidor final e com outras empresas na internet.

De acordo com a consultoria, as empresas analisadas consideram as relações on-line um meio eficiente para a promoção de suas vendas (a internet é apontada por quase 70% das empresas da amostra). O celular, em particular, foi apontado por 22% dos respondentes, o que revela a utilização de modelos com maior conectividade, interatividade e mobilidade perante seus consumidores ou clientes.

Outro ponto de destaque é que apenas 2% dos pesquisados apontaram que o consumidor compra o produto e/ou serviço por impulso, sem uma avaliação criteriosa. “Essa percepção demonstra que as empresas sabem que estão lidando com consumidores mais exigentes e com maior poder de decisão”, avalia Patricia Sousa, gerente da área de varejo e bens de consumo da Deloitte.

Na visão de 50% dos entrevistados que acompanham os hábitos de seu público na utilização da internet, os potenciais compradores buscam, principalmente, obter melhores condições de compra. Além disso, mais de 40% da empresas responderam acreditar que o seu público utiliza a internet para visualizar melhor as características e tomar conhecimento dos produtos e/ou serviços. Porém, percebem que as pessoas e as empresas, apesar de utilizarem a internet para consulta, na maioria das vezes, ainda acabam por efetuar ou finalizar suas compras em instalações físicas.

Diante desse cenário, a pesquisa revela que o foco das empresas na internet está voltado, principalmente, para as relações com o público consumidor. Das empresas analisadas, 53% utilizam a internet para aumentar ou melhorar o relacionamento com consumidores e clientes. Segundo Sousa, a internet ainda se mostra um meio de comunicação a ser melhor explorado nas relações com o mercado e o público-alvo.

A pesquisa também aponta que 80% das empresas se preocupam, principalmente, com a valorização da marca em suas ações de comunicação na internet. No entanto, apenas um terço dos respondentes indica realizar um monitoramento de riscos associados à imagem da empresa.

Além disso, o estudo aponta que o varejo tradicional vem dividindo cada vez mais espaço com meios alternativos de venda. Hoje, o comércio on-line já apresenta boa contribuição para os resultados das empresas, sendo responsável por 6% do faturamento total obtido pelas entidades da amostra. Segundo estimativas dos pesquisados, o canal on-line apresenta grande potencial de crescimento e deve ganhar espaço nos próximos 12 meses, passando a compor 8% dos resultados das empresas.

De acordo com a consultoria, o resultado evidencia que as empresas do País se encontram em linha com o perfil global de utilização de canais ou de multicanais de venda.

Fonte: IP News

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Invento permite recarregar o celular com calor do corpo humano

Corpo suado

Chega de problemas por ter esquecido o carregador do celular em casa. Uma invenção suíça promete tornar realidade muito em breve o recarregamento da bateria do celular através do calor do corpo humano.


O invento venceu o prêmio "Swisselectric Research Award 2009", concedido pelas companhias elétricas da Suíça. O cientista Wulf Glatz, de 35 anos, da Escola Politécnica Federal de Zurique, foi quem desenvolveu o gerador que transforma o calor em uma corrente elétrica. A máquina utiliza a diferença de temperatura entre a fonte de calor e a do ambiente, o que não gera emissões de gases poluentes.


Ficar com aquela "pizza" debaixo do braço poderá ser uma fonte importante de energia para equipamentos eletrônicos. Malhar, sauna; e imaginem um herege queimando na fogueira então - é praticamente uma usina.


A criação não vai beneficiar apenas os usuários de celulares. Conforme a Efe, os geradores podem ser instalados nos apartamentos, produzindo eletricidade através do calor emitido pela calefação central. Do mesmo modo, poderiam alimentar a parte eletrônica de um automóvel graças ao calor do motor, o que renderia uma economia de 10% de combustível.


O processo de fabricação dos geradores é 10 vezes mais barato que o do modelo mais comum.

fonte: http://wp.clicrbs.com.br/infosfera/

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Quentinhas

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